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domingo, 13 de outubro de 2019

Canonizada Irmã Dulce, a primeira santa brasileira

Já podemos pedir oficialmente a intercessão de Santa Dulce dos Pobres!

Clique aqui para abrir a galeria de fotos

Irmã Dulce é santa! A celebração litúrgica com o rito da canonização reuniu cerca de 50 mil pessoas na Praça São Pedro, no Vaticano. Com o “Anjo Bom da Bahia”, foram canonizados também João Henrique Newman, Josefina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, e Margarida Bays.
A cerimônia teve início com o rito da canonização: o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Becciu, acompanhado dos postuladores, vai até o Santo Padre e pede que se proceda a canonização dos beatos.
O Cardeal apresenta brevemente a biografia de cada um deles, que são então declarados santos. Segue a ladainha dos santos e o Pontífice lê a fórmula de canonização.
O prefeito da Congregação, sempre acompanhado dos postulares, agradece ao Santo Padre e o coral entoa o canto do Glória.
Irmã Dulce, que agora passa a ser chamada de Santa Dulce dos Pobres, é a primeira santa nascida no Brasil.
Clique em “Abrir a Galeria de Fotos” e veja como foi a cerimônia de canonização.

Viúvo brasileiro é ordenado sacerdote aos 75 anos, na presença de filhos e netos

"Estou sentindo a emoção sem medicação, já que a minha cardiologista me disse para não tomar nenhum remédio"

Heldo Jorge dos Santos Pereira foi ordenado sacerdote no último domingo, 5 de outubro, em Salvador, pelo arcebispo dom Murilo Krieger, na presença de seus 3 filhos e 4 netos. Viúvo, o agora pe. Heldo teve de esperar até os 75 anos de idade para “realizar o sonho” do sacerdócio.

Sara Gomes / Arquidiocese de Salvador (Reprodução)

Nascido no dia da Imaculada Conceição, 8 de dezembro, em 1943, ele entrou no seminário aos 10 anos e lá estudou durante quatro, até precisar sair para ajudar no sustento da família, já que era o mais velho de sete irmãos em um contexto de abandono paterno. Aos 21 anos, se casou com a namorada que havia conhecido aos 16, Lilia Maria de Araújo: o casamento de 43 anos, que deu como frutos três filhos e quatro netos, perdurou fielmente até o falecimento de Lilia em 27 de agosto de 2006.

sábado, 6 de abril de 2019

“Poder Oculto” de Padre Manzotti está entre os mais vendidos do Brasil



Mais um livro de Padre Reginaldo Manzotti se encaminha para a lista dos mais vendidos do país. Desta vez, a obra  O Poder Oculto (Petra), já ocupa o terceiro lugar no ranking, segundo o site especializado no assunto,  Publishnews.
O livro fala que há em nós um poder oculto capaz de nos conduzir à única felicidade real. Mas, para podermos encontrá-lo, devemos passar por um treinamento especial – ou, se quiser usar o termo do momento, por um coaching.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Veja como ajudar a Igreja a ajudar o povo de Moçambique

moçambique ciclone
Mais de 1.000 pessoas podem ter morrido; mais de 100 mil ainda estão em risco. A Igreja presente no país precisa de apoio para ajudar a população.

O vídeo abaixo, compartilhado no Facebook pela Canção Nova de Moçambique, apresenta maneiras concretas para quem quiser e puder ajudar o povo da região central do país africano, atingida brutalmente na semana passada pelo ciclone Idai.


COMO AJUDAR
As contas bancárias listadas a seguir são de congregações e obras católicas que já prestam ajuda habitual à população moçambicana e que agora precisam de muito mais apoio para continuar ajudando:

Associação Comunidade Obra de Maria
Banco do Brasil
Agência 3613-7
Conta corrente – 6396-7
CNPJ – 00.303.435/0001-05.

Informações: Fone (WhatsApp) +258 84 511 8887

Pequenas Missionárias de Maria Imaculada
Banco do Brasil
Agência 3358-8
Conta corrente – 6650-8
CNPJ – 24.471.554/0001-35


OU via “vaquinha online” no site Kickante, neste link

Informações: Fone (012) 3797-7501

Fazenda da Esperança
Bradesco
Agência – 0415-4
Conta corrente – 96696-7

Família da Esperança
Banco Itaú
Agência – 7983
Conta corrente – 10365-1
CNPJ 013.098.590/0001-89

Informações: Fone (WhatsApp) – (012) 99664-6989

Arquidiocese de Fortaleza realiza 11ª Caminhada Penitencial


A Caminhada Penitencial aconteceu no último  domingo, dia 24, às 7h, saindo da Igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde, Mucuripe, até a Catedral Metropolitana de Fortaleza.

Em carta enviada aos sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, o arcebispo metropolitano de Fortaleza, Dom José Antonio A. Tosi Marques, falou que a “Celebração Penitencial dará oportunidade de Confissão Sacramental para os fiéis que assim desejarem: gesto concreto de conversão, mudança de vida, com a confissão dos próprios pecados e busca do perdão de Deus no Sacramento da Reconciliação, experiência do encontro com a misericórdia do Senhor”, apontou o religioso.

O epíscopo diz ainda que “no período quaresmal viveremos este sinal público de conversão e páscoa: o que nos chama atenção à Fraternidade e Políticas Públicas, pois, “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is, 1, 27); na construção de relacionamentos humanos, e promoção na dignidade da vida para todos”, em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2019.

Como símbolo do sacrifício e penitência uma grande cruz será levada nos ombros pelos fiéis. A cruz que faz recordar como o nosso Senhor Jesus Cristo tomou sobre si todos os pesos da humanidade para redimi-la. Uma multidão de pessoas vindas das 150 Paróquias e Áreas Pastorais da Arquidiocese de Fortaleza participaram da caminhada.


Irmão Franciscano ganha Nobel da Educação

Um queniano, da Ordem dos Franciscanos, foi considerado o melhor professor do mundo, um prêmio dotado de um milhão de dólares que foi entregue neste domingo em Dubai, informaram os organizadores.
Peter Tabichi, 36 anos, é membro da ordem religiosa dos franciscanos e professor de matemática e física na zona rural e gasta 80% de seu salário para ajudar seus alunos desfavorecidos, disse a Fundação Varkey, que concede o prêmio.A cerimônia foi apresentada este ano pelo ator australiano Hugh Jackman.

O concurso é patrocinado pela Fundação da família de origem indiana Varkey, que chegou nos anos 1950 nos Emirados Árabes Unidos – na época um protetorado britânico – e fez uma fortuna criando uma rede de escolas particulares para filhos de executivos e técnicos estrangeiros que foram para a área contratada por empresas de petróleo.

Condições

Tabichi foi elogiado por suas realizações em uma escola sem infraestrutura, em meio a classes lotadas e poucos livros didáticos. Ele quer que os alunos vejam que “a ciência é o caminho certo” para ter sucesso no futuro.

O prêmio, anunciado em uma cerimonia em Dubai, reconhece o compromisso “excepcional” do professor com os alunos em uma parte remota do Vale do Rift, no Quênia. Ele doa 80% de seu salário para apoiar os estudos dos seus alunos, na Escola Secundária Keriko Mixed Day, no vilarejo de Pwani. Se não fosse a ajuda do professor, as crianças não conseguiriam pagar por seus uniformes ou material escolar.

As classes deveriam ter entre 35 e 40 alunos, mas ele acaba ensinando grupos de 70 ou 80 estudantes, o que, segundo o professor, deixa as salas superlotadas.

No entanto, Tabichi diz que está determinado a dar aos alunos uma chance de aprender ciência e ampliar seus horizontes. Seus estudantes foram bem sucedidos em competições científicas nacionais e internacionais, incluindo um prêmio da Sociedade Real de Química do Reino Unido.

Fonte: O Povo Online.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Padre Fábio de Melo denuncia crime da Vale em Brumadinho


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Mineiro, nascido na cidade de Formiga, a 180 quilômetros de Brumadinho, padre Fábio de Melo usou sua conta no Twitter para denunciar o crime ambiental da mineradora Vale que já contabiliza pelo menos 60 mortos e 279 desaparecidos até o momento.

O sacerdote acompanha o caso desde o rompimento da barragem que despejou 12 milhões de metros cúbicos de rejeito da mineração. “As nossas tragédias se repetem. As famílias de Brumadinho enfrentam o mesmo sofrimento que as de Mariana, há 3 anos. Os conflitos serão os mesmos. Gente simples tentando reaver o que perdeu, enquanto empresas bilionárias criam justificativas para a tragédia, eximindo-se do erro”, disse o padre logo na sexta-feira.

Padre Fábio pediu punição aos responsáveis pelo crime de Mariana. “Recomendo fazer um retroativo e punir também os responsáveis pelo crime acontecido em Mariana”, disse o sacerdote ao compartilhar uma notícia sobre a punição exemplar aos envolvidos prometida pelo atual Governador de Minas, Romeu Zema.

O sacerdote que possui uma legião de mais de 24 milhões de seguidores nas redes sociais disse que passou da “indignação à ira”, com este caso. Foi mais uma vez implacável com os responsáveis pelo crime: “Sugiro que liguem sirenes na porta da casa dos responsáveis pelo crime. Para que toquem dia e noite. Porque se a consciência está permitindo dormir, que as sirenes não deixem”.

As duas últimas críticas de padre Fábio de Melo se referiram à “doação’ da Vale de 100 mil Reais às famílias que tiveram vítimas fatais e às oligarquias políticas. 



segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

A hora da verdade chegou para o Brasil e Jair Bolsonaro

BOLSONARO

O ex-militar, de 63 anos, chega com uma legitimidade conferida pela clara vitória nas urnas

Chegou a hora da verdade para Jair Bolsonaro, que poderá demonstrar a partir de terça-feira se tem tanta habilidade de governar o Brasil quanto de fazer ataques eleitorais contra a corrupção política, os partidos de esquerda e a “ideologia de gênero”.
O ex-militar, de 63 anos, chega com uma legitimidade conferida pela clara vitória nas urnas e por um cenário político devastado por anos de escândalos de corrupção, crise econômica e aumento da criminalidade.
A esquerda está dividida e os partidos de centro-direita estão reduzidos a forças inexpressivas.
O Partido Social Liberal (PSL) do presidente, com apenas 52 cadeiras de um total de 513, será o segundo maior em uma Câmara dos Deputados pulverizada.
Para garantir a governabilidade, deve manter a convergência dos lobbies transpartidários que deram a ele um suporte fundamental na campanha: os grandes produtores agrícolas, as igrejas ultraconservadoras neopentecostais e os defensores da flexibilização do porte de armas.
Ele também ganhou o apoio do mundo dos negócios, seduzido por suas promessas de reduções de gastos públicos, de impostos e privatizações.
– Retórica eleitoral –
A tarefa se anuncia complexa. A reforma da previdência, considerada essencial por sua equipe econômica, encontra resistência entre seus próprios aliados. E a reaproximação com Israel é vista com desconfiança pelos exportadores de carne, que temem represálias comerciais de países árabes.
Desde as eleições, Bolsonaro teve que recuar ou deixar em suspenso algumas de suas promessas, sem dar qualquer indicação de onde começará.
“Estamos às vésperas da posse do presidente eleito e ainda há uma grande incógnita sobre como será o governo”, afirma Rogério Bastos Arantes, professor de Ciências Políticas da Universidade de São Paulo (USP).
Um de seus poucos anúncios concretos foi a retirada do Brasil do Pacto Global das Nações Unidas sobre Migração. Além disso, alguns de seus comentários acabou precipitando o fim da cooperação médica com Cuba.
Essas medidas satisfazem seu eleitorado, mobilizado por uma forte campanha de ruptura com as idéias universalistas e com o legado do PT, que governou de 2003 a 2016.
Mas Bolsonaro ainda não emitiu nenhum sinal de que pretende ser, como prometeu perante o STF em 10 de dezembro, “o presidente dos 210 milhões de brasileiros (…) sem distinção de origem, raça, sexo, cor ou religião”.
Bastos Arantes afirma que se esses sinais demorarem muito, o Brasil poderá mergulhar numa “crise de governabilidade”.
“Bolsonaro tem que dizer à sociedade o que pretende fazer positivamente, não apenas negativamente”, destaca o analista político. E alerta: “É muito difícil governar e se relacionar com as instituições com base em sua retórica de campanha”.
– “Poder popular” –
Em seu discurso ante ao STF, Bolsonaro evocou a possibilidade de abalar o sistema atual de representação, através de “uma relação direta” com o povo graças às redes sociais, sua ferramenta de campanha preferida.
“As eleições de outubro revelaram uma realidade diferente das práticas do passado: o poder popular não requer mais intermediação e as novas tecnologias permitiram uma relação direta entre o eleitor e seus representantes”, afirmou.
Para Bastos Arantes, “o estímulo à beligerância pode continuar (…) porque existem mecanismos constitucionais que podem ser usados para apoiar o presidente por meio de referendos”.
“Há um cenário ainda muito aberto, com risco de investir em um inimigo interno, que também poderia ser externo”, continua ele, lembrando que Bolsonaro, diplomaticamente alinhado com o americano Donald Trump, multiplica as declarações hostis contra o fracassado regime socialista da Venezuela.
“Inventar um inimigo externo para se sustentar internamente é uma fórmula bem conhecida”, afirma.
– Ministros em batalha –
Bolsonaro, nostálgico da ditadura militar (1964-1985), formou uma equipe de 22 ministros, sete deles militares reformados. O Ministério da Economia foi confiado ao ultraliberal Paulo Guedes, o de Relações Exteriores a um diplomata convicto de que Trump pode “salvar o Ocidente” e o da Mulher, Família e Direitos Humanos a uma pastora evangélica.
Na Justiça, ele colocou o juiz do combate à corrupção, Sérgio Moro, figura emblemática da Operação Lava Jato que levou dezenas de políticos à cadeia, incluindo o ex-presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva.
O novo governo revelou nesta semana um plano para os primeiros cem dias para essa equipe díspar, com uma maioria de integrantes sem experiência política.
O texto estabelece quatro etapas para os 10, 30, 60 e 90 dias com a identificação e o encaminhamento de propostas prioritárias, bem como para eventual revogação de decretos e leis existentes.
Prevê, por fim, “uma cerimônia para comemorar 100 dias de governo, em 11 de abril”.
O mundo então terá, talvez, uma ideia do que é o Brasil de Bolsonaro.
(AFP)

domingo, 23 de dezembro de 2018

339 passageiros de voo salvos “por milagre” em BH?

Comissário de voo Latam Guarulhos-Londres: "Se tem fé agradeça, porque não era para nenhum de nós estar vivo"

OAeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, ficou fechado para pousos e decolagens no dia 20 de dezembro de 2018, quando um Boeing 777 da Latam que fazia o voo LA8084, entre São Paulo (Guarulhos) e Londres, fez um pouso de emergência com 339 passageiros a bordo.

Nesse dia, até as 7h desta manhã, 67 voos já tinham sido cancelados.

Entre os motivos do fechamento do aeroporto estava, em particular, a necessidade de fazer a troca, em plena pista, dos oito pneus do avião, que ficaram danificados. Cada um pesa 250 quilos. Tanto os pneus novos quanto o macaco hidráulico capaz de substituí-los precisaram ser levados de São Paulo até Confins.

Todos os passageiros e a tripulação foram retirados do avião em segurança, mas seus primeiros relatos deram a entender que houve momentos de tensão, medo e choro, em meio a uma situação de gravidade que poderia ter culminado em uma tragédia de proporções históricas.

A representante comercial Cidneia Antongiovanni, em declarações reproduzidas pelo G1, repetiu o que um comissário lhe teria dito:

“O comissário disse: se eu tinha fé, ‘então agradeça’, porque não era para nenhum de nós estarmos conversando aqui”.

Cidneia relatou que houve um grande estrondo na hora do pouso e que muitos passageiros choraram.

“O comandante comunicou aos passageiros que havia uma falha elétrica e que era muito grave. E que a gente ia fazer um pouso de emergência. E daí, na hora que pousou, todo mundo se assustou bastante, porque foi um estrondo muito grande. Todo mundo se segurou, chorou. Não podia ir no banheiro, não podia tomar água, não podia pegar a bagagem. A gente estava esperando abrir a porta de emergência para todo mundo passar”.

Milagre?
Não se pode falar propriamente em “milagre” quando existem explicações científicas plausíveis para um acontecimento. O termo “milagre” é empregado com frequência diante de situações que parecem muito improváveis, mas, na grande maioria dos casos, o uso dessa palavra, embora bem intencionado, é precipitado e equivocado como termo técnico.

Milagres são fenômenos cientificamente inexplicáveis, que contradizem as regras da natureza conforme as conhecemos. O caso em questão, no entanto, é perfeitamente explicável pela perícia dos pilotos, por exemplo.

São necessários criteriosos e detalhados estudos científicos para que algum fenômeno possa ser oficialmente declarado como de caráter sobrenatural. A Igreja Católica segue critérios científicos bastante rígidos para afirmar algum milagre. Os milagres de cura, por exemplo, chegam a demorar décadas até serem reconhecidos. Os fatos precisam ser cuidadosamente estudados por médicos, revisados por cientistas (na maioria dos casos, laicos e até mesmo ateus), expostos às críticas públicas e, só depois de feitos todos os estudos científicos, a própria Igreja faz a análise teológica mediante o trabalho das suas comissões de especialistas em teologia. Você pode conhecer um pouco mais sobre a delicada avaliação de supostos milagres por parte da Igreja clicando neste artigo sobre os 7 critérios para se declararem milagrosas as curas que acontecem no santuário de Lourdes.

Mas um acontecimento não precisa ser “milagroso” para evocar a intervenção divina
Mesmo um episódio tranquilamente explicável pela ordem natural das coisas pode servir como “gatilho” para reflexões importantes, no entanto. É o caso de uma situação de alto risco em que, contra as probabilidades de uma catástrofe, a tragédia é evitada por um triz.

Afinal, nós, católicos, acreditamos que Deus age não apenas mediante a supressão das leis naturais nos casos propriamente entendidos como milagres: Ele age o tempo todo, respeitando a nossa liberdade e contando com as nossas livres ações para administrar a maior parte dos acontecimentos que nos envolvem.

É por isso que, mesmo que não se possa falar propriamente em milagre num sentido “técnico”, podemos e devemos agradecer a Ele por mais esta “mãozinha”.

Para quem crê na inexistência de Deus, tudo é e será sempre mero acaso e falta de sentido. Para quem acredita em Deus e no sentido sobrenatural da existência, tudo é e será sempre um grande milagre, testemunhado por uma abundância de sinais repletos de sentido.

Agradeçamos por essas vidas que foram salvas!

Ditador da Coreia do Norte proibiu o Natal e mandou celebrar o nascimento da sua avó

Kim Jong-Un substituiu o nascimento de Jesus pelo da “Sagrada Mãe da Revolução”

Pyongyang já foi o lar de mais cristãos que qualquer outra cidade da península coreana. Era até a sede episcopal da nação, quando as hoje separadas Coreias ainda eram um país unificado. Tudo mudou no início da década de 1950, quando as autoridades da então recém-criada Coreia do Norte decidiram suprimir oficialmente qualquer tipo de atividade cristã de culto, conforme ordena a ideologia comunista abraçada pela ditadura que se impôs àquele povo.



Atualmente, vários grupos de defesa dos direitos humanos estimam entre 50 mil e 70 mil o número de cristãos confinados à prisão ou a campos de concentração na Coreia do Norte por simplesmente praticarem a sua fé.

Não é de todo estranho, em dezembro, ver algumas árvores de Natal em certas lojas de luxo e restaurantes de Pyongyang, mas elas são desprovidas de qualquer significado religioso e servem apenas como elementos decorativos sazonais. A celebração do Natal em si, como festa cristã, continua sendo terminantemente proibida pela ditadura comunista ateia da dinastia Kim.

Em 2016, o atual ditador Kim Jong-Un deu mais um passo na repressão ao espírito natalino: ele ordenou que, na noite de 24 de dezembro, o povo comemorasse o nascimento da sua avó, Kim Jong-Suk, uma guerrilheira comunista que combateu os japoneses e se tornou a esposa do primeiro ditador do país, Kim Il Sung. Ela teria nascido na véspera de Natal de 1919.

Morta em 1949 e descrita pela narrativa ditatorial norte-coreana como a “Sagrada Mãe da Revolução”, Kim Jong-Suk recebe hoje, em seu túmulo, homenagens florais impostas pela pressão do regime.


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

I Romaria do Laicato reunirá leigos do Ceará na Diocese de Tianguá

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Idealizado pelo Regional NE 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o evento será realizado pela primeira vez na Serra da Ibiapaba

A Diocese de Tianguá sediará, no próximo dia 18 de novembro, a I Romaria do Laicato, reunindo leigos e leigas cearenses. O evento, reunirá todas as dioceses do Estado do Ceará refletindo o tema “Cristãos leigos e leiga, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino”. A programação será realizada na cidade de São Benedito, aberta a todo público.

Idealizado pelo Regional NE 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o evento será realizado pela primeira vez na Serra da Ibiapaba com o objetivo de motivar e destacar o protagonismo leigo dentro da Igreja por ocasião do Ano Laicato. De acordo com o bispo diocesano, Dom Francisco Edimilson, a Diocese de Tianguá está de braços abertos para acolher todos que se deslocarão de suas cidades e dioceses em busca de uma nova experiência ao vivenciar momentos especiais de fé e de espiritualidade.

O encontro terá início no Pátio da Igreja de São Francisco, na cidade de São Francisco, às 8 horas da manhã, de onde sairá a caminhada em direção ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima da Serra Grande. Dando sequência à programação, a Celebração da Santa Missa acontecerá às 11 horas da manhã. Logo após a Missa, será realizado com grande destaque um Show de Evangelização.

Participe conosco, você e sua família neste grande encontro dos Cristãos Leigos e Leigas em compromisso com a Igreja!

informações Diocese de Tianguá 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Em 2 anos, Venezuela matou 15 vezes mais que o Estado brasileiro em 42 anos

Maduro
Relatório publicado ontem pela Anistia Internacional deveria ser um terremoto em todos os jornais do planeta. Mas não está sendo. Por quê?
AAnistia Internacional publicou, neste dia 20 de setembro de 2018, um detalhado e chocante relatório intitulado “Esta não é forma de vida: A segurança pública e o direito à vida na Venezuela”.

A partir de dados da procuradoria geral do país, o relatório revela que, entre 2015 e junho de 2017, foram registradas 8.292 execuções extrajudiciais na Venezuela, ou seja, assassinatos perpetrados pelo Estado venezuelano mediante as suas forças de segurança, tanto militares quanto policiais.

Números e fatos
Execuções – Os assassinatos são assim distribuídos pelo levantamento:

2015: 1.777 execuções (10% do total de homicídios daquele ano)
2016: 4.667 execuções (22% dos homicídios)
2017 (só até junho): 1.484 execuções.

Perfil – A quase totalidade das vítimas (95%) é masculina. 60% tinham de 12 a 29 anos e moravam nas áreas mais pobres do país. O perfil das vítimas, segundo a Anistia Internacional, é sobretudo de trabalhadores, pais de filhos pequenos, mortos em casa e na presença da família.

Feridos – Além das mortes registradas, a Anistia Internacional ressalta que, para cada pessoa morta, sobrevivem de três a quatro pessoas feridas em decorrência da violência perpetrada pelo próprio Estado venezuelano. Com isto, estima-se que, em 2016, de 65 mil a 87 mil pessoas foram feridas pela violência armada do regime.

Índice de homicídios – Em 2016, a partir de um total de homicídios superior a 28 mil, a taxa venezuelana de 91,8 assassinatos para cada 100 mil habitantes só foi superada, em todo o planeta, pela de El Salvador, com 103 assassinatos para cada 100 mil habitantes. A média mundial é de 8,9.

Números subestimados – É provável que os dados sejam ainda piores, já que a Anistia Internacional não considera confiáveis os dados do governo venezuelano. Caracas nem sequer contabiliza as mortes cometidas pelas forças de segurança governamentais. O governo da Venezuela não publica estatísticas sobre homicídios desde 2005. O Ministério Público, até setembro deste ano, ainda não tinha divulgado nenhum dado sobre os homicídios cometidos no país em 2018.

Impunidade – O relatório da Anistia Internacional aponta que 98% dos casos de violações dos direitos humanos na Venezuela, bem como 92% dos crimes comuns, não são julgados no país. Esta realidade não se aplica somente aos homicídios: há também uma infinidade de denúncias não investigadas de abusos de autoridade, invasões e destruição de casas, privações de liberdade, tratamentos cruéis e ameaças.

Refugiados venezuelanos – A Anistia Internacional enfatiza que a Venezuela vive uma “séria crise de direitos humanos há vários anos”, o que está na raiz do “crescimento dramático” do número de pessoas que se veem forçadas a deixar o país: a ONU o calcula em 2,3 milhões desde 2014. A título de comparação, a mesma ONU estima em 4,8 milhões o total de refugiados da guerra na Síria desde 2011.

Responsabilidade do Estado – O relatório destaca explicitamente a responsabilidade do Estado venezuelano por essas mortes e pela violência em geral no país, ressaltando as medidas repressivas adotadas pelo regime de Maduro.

Comparação com outros regimes autoritários/ditatoriais na América do Sul
Se ficarmos só nos 2 anos completos que estão contidos nesse período abordado pelo relatório da Anistia Internacional (2015 e 2016), estaremos falando de 6.444 pessoas assassinadas em direta decorrência da repressão violenta praticada pelo governo de Nicolás Maduro.

É interessante comparar esses números assombrosos com os de outros regimes autoritários/ditatoriais que já estiveram em vigor em outros países da América do Sul.

Obviamente, não se trata de uma comparação que possa relativizar contextos: uma única dessas mortes, cometida pelo regime que fosse, já seria uma absoluta barbaridade, injustificável de qualquer ponto de vista. Trata-se apenas de uma comparação numérica, mas não por isso menos significativa – e o caro leitor conclua dela o significado que em consciência achar pertinente.

BRASIL
Segundo o relatório da Comissão Nacional da Verdade, instituída durante o governo de Dilma Roussef e que realizou um levantamento ao longo de dois anos e sete meses de trabalho, 424 pessoas foram assassinadas no Brasil por “agentes públicos, pessoas a seu serviço, com apoio ou no interesse do Estado brasileiro“, entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988, incluindo mortes cometidas no exterior. Atenção: não estamos falando apenas dos 21 anos de governo militar (1964 a 1985), mas de um total de 42 anos que abrangem quase duas décadas anteriores e mais três anos posteriores a esse período.

Os números foram levantados principalmente por expoentes da esquerda brasileira, que costuma apresentar-se como a mais interessada em revelar os fatos ocorridos sob o regime militar no país. Um detalhamento desses mesmos números consta no livro “Dos Filhos Deste Solo“, cujas mais de 600 páginas foram escritas pelo deputado petista Nilmário Miranda, secretário dos Direitos Humanos no governo de Luis Inácio Lula da Silva, e pelo jornalista Carlos Tibúrcio. Trata-se de uma co-edição da Boitempo Editorial e da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT.

É imprescindível observar que essas 424 mortes perpetradas ao longo de 42 anos estão incluindo não só execuções diretas, mas também vítimas de acidentes, pessoas que se suicidaram, pessoas que morreram no exterior e até casos de justiçamento, ou seja, assassinatos de militantes cometidos por outros militantes que atuavam no mesmo bando por considerá-los “traidores”. Dos 424 casos elencados, os comprovadamente assassinados são 293 – e, mesmo assim, incluem os mortos na Guerrilha do Araguaia, que envolveu pessoas armadas e dispostas a matar ou morrer. O levantamento realizado chega a detalhar a vinculação desses 293 mortos com os seus respectivos grupos ideológicos e/ou partidários: ALN-Molipo (72 mortes, sendo 4 por justiçamento); PC do B (68, sendo 58 no Araguaia); PCB (38); VPR (37); VAR-Palmares (17); PCBR (16); MR-8 (15); MNR (10); AP (10); POLOP (7) e Port (3).

Comparação Brasil – Venezuela

Ao se colocarem os números brasileiros e venezuelanos lado a lado, constata-se que a Venezuela dita “democrática” de Nicolás Maduro matou diretamente, em 2 anos, 15,2 vezes mais pessoas que o total de 424 mortos atribuídos ao Estado brasileiro em 42 anos. Se acrescentarmos os dados parciais de 2017, a Venezuela matou 19,5 vezes mais gente. E, se restringirmos as vítimas brasileiras às 293 comprovadamente assassinadas, observamos que a Venezuela matou, em 2 anos e meio, 28,3 vezes mais pessoas do que o Estado brasileiro em 42 anos. E estamos desconsiderando os números venezuelanos faltantes sobre o resto de 2017, todo 2018 e os anos anteriores a 2015.

Se extrapolássemos a média apenas do período de 2 anos completos que é citado no relatório da Anistia Internacional (2015 e 2016) e imaginássemos que a Venezuela mantivesse durante 42 anos o mesmo “comportamento democrático” que o seu governo atribui a si próprio atualmente, teríamos o congelante resultado de 270.648 pessoas assassinadas em nome da “democracia” socialista de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.


Nicolás Maduro entrega retrato de Hugo Chávez à então presidente brasileira Dilma Rousseff – Wikipedia (CC)
ARGENTINA
A ditadura civil-militar argentina (1976-1983) é unanimemente reconhecida como a mais sanguinária de toda a história da América do Sul – pelo menos até o momento, dado que a Venezuela de Nicolás Maduro aparenta que continuará sendo a Venezuela de Nicolás Maduro durante não se sabe quanto tempo.

As vítimas mortais ao longo dos 7 anos desse aberrante regime argentino chegam a cerca de 30.000 segundo as estimativas mais elevadas, calculadas por ONGs e organismos internacionais de defesa dos direitos humanos. Os militares argentinos, por sua vez, as calculam em torno de 8.000, enquanto o Estado argentino informa que recebeu pedidos de indenização de parentes de cerca de 10.000 desaparecidos.

Mesmo com todos os dados faltantes e com toda a inconfiabilidade dos números sob os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, a Venezuela soma, em apenas 2 anos e meio, no mínimo 8.292 execuções extrajudiciais reconhecidas pela Anistia Internacional. Se os dados reais puderem ser consolidados (com números possivelmente superiores aos constatados até agora) e caso o regime venezuelano se prolongue pelos mesmos 7 anos que durou o regime argentino em questão, mantendo a mesma média de assassinatos extrajudiciais verificada pela Anistia Internacional no período abrangido pelo relatório recém-lançado, é tristemente plausível que Caracas consiga superar o terrível recorde mortífero de Buenos Aires.

CHILE
Levantamentos feitos por diversas organizações chilenas e estrangeiras estimam que o regime ditatorial de Augusto Pinochet (1973-1990) deixou no país em torno de 3.000 a 3.500 mortos e desaparecidos ao longo daqueles 17 anos. Sem que isto justifique de maneira alguma qualquer uma dessas mortes em quantidade ainda assim brutal, não deixa de ser imperativo constatar que se trata de menos da metade do total de pessoas assassinadas pelo Estado venezuelano em 2 anos e meio.

* * *

A comparação entre os números indignantes desses quatro países irmãos não pretende relativizar a gravidade dos assassinatos perpetrados pelos regimes autoritários/ditatoriais de um passado não tão distante no Brasil, na Argentina e no Chile.

Pretende, isto sim, questionar a relativização dos assassinatos perpetrados pelo regime ditatorial da Venezuela neste preciso instante, debaixo dos nossos narizes.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

China: despertar religioso incontrolável faz governo socialista proibir evangelização na internet.

Estão publicadas as “novas medidas” para controlar os sites de atividade religiosa na Internet na China.

É proibido difundir cerimônias religiosas por streaming (ao vivo na internet), orações, pregar e queimar incenso. Quem quiser abrir um site religioso, deve pedir permissão às autoridades e ser julgado moralmente saudável e politicamente confiável. Não é permitido converter nem difundir material religioso. Mas o despertar religioso na China já é incontrolável.

De agora em diante, será proibido evangelizar on-line. A Administração Estatal para os Assuntos Religiosos emitiu regras para as atividades religiosas via internet que proíbem a difusão de cerimônias religiosas por streaming (ao vivo na internet), incluindo a oração, a pregação e até mesmo a queima de incenso.

As novas regras também proíbem alguns conteúdos sensíveis: é proibido postar a menor crítica à liderança do Partido e à política religiosa oficial; promover a participação de menores em cerimônias religiosas, usar a religião para derrubar o sistema socialista.

As novas regras estão publicadas no site de informações jurídicas do governo chinês sob o título “Medidas para a gestão de informações religiosas na Internet”. Ainda estão na forma de minuta, e aguardam comentários do público, mas como quase sempre acontece, o rascunho é na prática o texto definitivo. As “Medidas…” estão divididas em cinco capítulos e contêm um total de 35 artigos. Os cinco capítulos tratam de regras gerais, aprovação de serviços de informações religiosas on-line, da gestão, das responsabilidades legais e algumas disposições suplementares.

Nelas, é estabelecido, por exemplo, que qualquer pessoa que queira abrir um site religioso deve solicitar permissão às autoridades e ser julgada moralmente saudável e politicamente confiável.

Organizações e escolas que recebem a licença podem transmitir suas instruções pela Internet apenas em sua rede interna, onde o acesso só é permitido com nome e senha registrados. As regras enfatizam que tais organizações não podem tentar converter alguém e não podem distribuir textos religiosos ou outro material.

As novas medidas são muito mais restritivas e analíticas em relação às Novas regulamentações sobre as atividades religiosas, implementadas em fevereiro (mas tornadas públicas em setembro de 2017, como rascunho, e em outubro como texto definitivo).

Os Novos Regulamentos (v. os artigos 68 e 45) proibiam conteúdos que “minam” a coexistência de religiões e pessoas não-religiosas, ou que anunciam o extremismo religioso, ou que não apoiam os princípios de independência e autogoverno das religiões. Mas admitiam a distribuição ao público de informações e material religioso, em conformidade com a lei.

As novas “Medidas …” parecem ter sido projetadas para impedir a difusão de ensinamentos religiosos na internet e bloquear o crescente interesse espiritual na sociedade chinesa, onde o despertar religioso já é incontrolável.

Para controlar o tumultuoso crescimento religioso na China, o presidente Xi Jinpingalguns anos atrás lançou uma campanha de “sinicização” para assimilar as religiões na cultura chinesa e, principalmente, para submetê-las à hegemonia do Partido Comunista, tornando-as um instrumento político.

A China é o país com maior presença da Internet, mas também é o local onde as informações on-line estão sujeitas a um dos controles mais eficientes e absolutos.

Fonte: Asia News

sábado, 9 de junho de 2018

Rede Italiana grava matéria especial sobre a Comunidade Shalom

Na última  quinta-feira, 7, a rede de televisão italiana RAI, visitou a Comunidade Católica Shalom, na sua sede governamental, a Diaconia Shalom, em Aquiraz/CE. Na ocasião, a emissora realizou uma gravação sobre a história e a missão da Comunidade para o programa “A sua immagine. Le ragioni della speranza” (A sua imagem. As razões da esperança). O programa é apresentado por Don Davide Banzato, assistente espiritual geral da Obra Nuovi Orizzonti (Novos Horizontes).
Don Davide e alguns missionários da Nuovi Orizzonti foram acolhidos por Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Shalom, que falou sobre o Carisma Shalom. Logo após visitarem a Capela e alguns setores, todos participaram de uma celebração eucarística.

domingo, 29 de abril de 2018

O primeiro parque de diversões do mundo adaptado a crianças com autismo

O parque foi inspirado no programa infantil “Vila Sésamo”
SESAME PLACE
No próximo dia 28 de abril de 2018, o parque de diversões Sesane Place, inspirado no famoso programa infantil Vila Sésamo, abrirá suas portas em Langhorne, na Pensilvânia (Estados Unidos). Será, certificadamente, o primeiro parque do mundo adaptado para receber crianças autistas.

O parque faz parte da sociedade International Board of Credentialing and Continuing Education Standard (Comitê Internacional de Padrões de Educação), através do qual foi obtido o selo de “Centro autista certificado” para as 25 atrações do local. Todos os funcionários foram treinados para trabalhar e conviver com pessoas com necessidades específicas, como é o caso dos autistas.

Além de treinar os empregados, o parque criou espaços para que as pessoas com autismo se sintam perfeitamente em casa. Foram construídos quartos silenciosos para que as crianças possam descansar entre uma atração e outra. Serão distribuídos ainda fones de ouvido que bloqueiam os ruídos.

Também haverá um desfile especial para os pequenos que não quiserem contato ou abraços dos personagens da Vila Sésamo.

O site do Sesane Place também foi adaptado para que pessoas com espectro autista possam planejar sua ida ao parque.  Por meio de um “guia sensorial”, elas poderão verificar quais sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) são estimulados em cada uma das atrações e assim, escolher quais delas podem visitar.

A novidade chega um ano depois de a Vila Sésamo apresentar Julia, a primeira personagem com autismo da série. Uma iniciativa que poderia inspirar outras empresas, a fim de que a integração com pessoas portadoras de necessidades especiais se torne mais humana e com mais respeito.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Filme “Paulo: Apóstolo de Cristo” é aclamado por bispos de todo o Brasil.

O filme “Paulo: Apóstolo de Cristo” foi aclamado por bispos de todo o Brasil durante a 56ª Assembleia Geral da CNBB, realizada de 11 a 20 de abril, em Aparecida (SP). A pré-estreia aconteceu no auditório da TV Aparecida. Em seção exclusiva, o episcopado teve a oportunidade de assistir o longa e se emocionar com a história. É o caso do bispo da diocese de Bom Jesus da Lapa (BA), dom João Santos Cardoso, que classificou o filme como “fantástico”.

“Eu considero que o filme fez uma interpretação dos escritos paulinos e também de fatos narrados pelos Atos dos Apóstolos. Ele retrata a prisão, num ambiente sombrio e vários outros momentos sombrios que mostram o contexto difícil numa época em que os cristãos eram trucidados, porém testemunhavam a fé e o amor. Depois, num ambiente de luz do filme, são os momentos de saída, que é Cristo”, afirmou o bispo.

Outros dois bispos concordaram que o longa é destinado tanto para cristãos, como para pessoas de outras religiões, ou até mesmo aos que não têm crença. Dom Eduardo Pinheiro, bispo de Jaboticabal (SP), afirmou que este “é um filme que não só os cristãos, mas todas as pessoas que têm uma noção do que significa entregar a própria vida por um ideal vão se sentir tocadas”.

“A vida de São Paulo toca a vida de cada um de nós. Diante dos sofrimentos dele e dos outros, num mundo em que quer mostrar a vida no imediato, esse filme acaba provocando em nós um pensamento naquilo também que vem depois da vida”, disse. “Se não há um ideal, um sonho, uma esperança na eternidade, o sofrimento e a vida não tem sentido. Acredito que esse filme pode ajudar muita gente”, complementou o bispo.

Dom Giuliano Frigeni, da diocese de Parintins (AM), também destacou que o longa vale para pessoas de várias crenças. “Eu acho que vale para cristãos, padres, bispos, ateus, agnósticos, porque o filme não descarta nenhuma pessoa, todas elas reagem segundo aquilo que acreditam. Seja o imperador, sejam os soldados a serviço do império, como os próprios cristãos que perderam suas casas, mas que conseguem descobrir o valor da vida com o testemunho de Paulo”.

Para o bispo foi genial Paulo ser representado já no fim da vida, mas ao mesmo tempo rever sua história, enquanto comunica suas experiências a Lucas, que por sua vez, não faz um papel apenas de escrivão, mas entra de vez na vida do apóstolo. “Agora quem ler o Evangelho de Lucas e o Atos dos Apóstolos, depois desse filme, lerá com um gosto e um proveito muito maior”, destaca dom Giuliano.

O filme
O longa retrata a história de Paulo, conhecido como um dos perseguidores de cristãos mais cruel de seu tempo. Mas, tudo muda quando ele tem um encontro com o próprio Jesus e, a partir desse momento, o jovem se torna um dos apóstolos mais influentes do cristianismo.

CNBB

domingo, 15 de abril de 2018

Pesquisa da CNBB: Perfil predominante de padres brasileiros é de jovens e diocesanos.

O perfil predominante dos padres brasileiros, segundo dom Pedro, é de um presbitério jovem, diocesano e de brasileiros (já houve uma predominância de padres estrangeiros). Esses dados gerais emergem de uma pesquisa ainda inconclusa que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está desenvolvendo desde 2014. Os dados foram apresentados pelo arcebispo de Palmas (TO), dom Pedro Brito Guimarães, na segunda Coletiva de Imprensa da 56ª Assembleia Geral (AG) da CNBB, realizada dia 12/04.

O levantamento teve início em 2014 com a formulação de um questionário de 100 perguntas que foi enviado a 25 mil padres brasileiros. Destes, 1/3, cerca de 7 mil responderam, informou o religioso. “Percebemos, pela pesquisa, que apesar das dificuldades os padres brasileiros estão animados com a sua vocação e missão e não tem medo de assumir seu seguimento e anúncio de Jesus Cristo”, disse. A pesquisa foi um dos subsídios que deu suporte à elaboração do texto sobre o tema central da 56ª AG.

Além deste levantamento, dom Pedro Brito, membro da Comissão de Elaboração do texto sobre o tema central, falou sobre o documento “Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil”. O religioso destacou que a formação de um presbítero não se encerra quando é ordenado. “Depois de ordenado, como toda pessoa e todo profissional, inicia a fase da a formação continuada do padre” disse.

Tempos e espaços da formação
A formação continuada seria a última fase de um processo permanente de formação que tem início com o trabalho da Pastoral Vocacional e se estende pela formação inicial – que compreende as demais fases de estudo, incluindo a formação em filosofia e teologia. O arcebispo apresentou aos jornalistas a estrutura e os conteúdos do texto mártir que está em processo de análise e aprovação pelo episcopado brasileiro.

O texto é constituído de três capítulos.

O primeiro, cujo título é “As coordenadas para a formação presbiteral” trata dos desafios do contexto e da realidade, bem como os fundamentos previsto no magistério da Igreja para esta formação. Nele também consta a ideia do processo formativo dos sacerdotes que deve ser único, integral, comunitário e missionário.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Reino Unido cria Ministério da Solidão. “Para muitas pessoas, a solidão é a triste realidade da vida moderna”

O Reino Unido nomeou pela primeira vez na história, uma ministra da Solidão, para enfrentar o que a primeira-ministra britânica, Theresa May, descreveu como “a triste realidade da vida moderna”, que afeta milhões de britânicos.

Tracey Crouch, também encarregada de Esporte e Sociedade Civil, vai acumular o cargo como parte de uma estratégia mais ampla para combater a solidão no país, problema associado a demência, mortalidade prematura e pressão sanguínea alta.
“Para muitas pessoas, a solidão é a triste realidade da vida moderna”, disse May. “Quero enfrentar esse desafio pela nossa sociedade e para que todos nós possamos agir para combater a solidão enfrentada pelos mais velhos, pelos cuidadores, por aqueles que perderam seus entes amados – pessoas que não têm ninguém para conversar ou compartilhar seus pensamentos e experiências”, acrescentou a premiê.

Mais de 9 milhões de pessoas dizem viver permanentemente ou frequentemente sozinhas, de uma população de 65,6 milhões, de acordo com a Cruz Vermelha Britânica. A instituição descreve a solidão e isolamento como uma “epidemia oculta”, afetando pessoas de todas as idades e em todos os momentos de suas vidas, como durante a aposentadoria, na morte do parceiro ou na separação.

A nomeação ministerial segue uma recomendação de um comitê criado pela deputada assassinada Jo Cox, uma legisladora do Partido Trabalhista que foi morta em 2016 por um extremista de direita, nas vésperas do referendo sobre o Brexit. O caso chocou o Reino Unido.

A Comissão Jo Cox para a Solidão, criada pela deputada pouco antes de ela ser morta, pediu para que fosse designado um ministério para tratar do problema. “Jo estaria nas nuvens”, escreveu o viúvo da deputada, Brendan Cox.

“Jo experimentou e testemunhou a solidão através de sua vida, especialmente quando começou a estudar na Universidade de Cambridge e esteve separada de sua irmã Kim, pela primeira vez”, escreveu a Fundação Jo Cox no Twitter.

“Ela ficaria encantada com o novo cargo de Tracey Crouch como ministra da Solidão e diria ‘vamos ao trabalho!'”, acrescentou a organização.

Fonte: DW

Suécia: pela primeira vez, depois de 500 anos, catedral Luterana de Lund voltará a celebrar missa católica.

A Catedral Luterana de Lund, na Suécia, pela primeira vez desde a Reforma voltará a celebrar uma missa católica.

Construída no século XI-XII, mas, em seguida, passada para os luteranos, é a igreja em que o Papa Francisco participou da oração ecumênica pelo 500º aniversário da Reforma, em 31 de outubro de 2016. Agora, como a Igreja Católica de São Thomas, em Lund, terá que passar por uma profunda restauração, as missas católicas dominicais a partir de domingo 21 de outubro serão celebradas na catedral.
Não se trata de uma “questão prática”, explica uma nota no sítio da Diocese Católica na Suécia, mas de um exemplo de “cooperação” que “expressa o espírito do documento ecumênico ‘Do conflito à comunhão’ que reflete 50 anos de conversações entre católicos e luteranos, que também deu o nome ao encontro de Lund em 2016”.
“Essa reunião tocou muitas pessoas,” não foi “um evento único, mas persiste e fortalece as relações” através de “medidas concretas e importantes para uma cooperação mais ecumênica” entre católicos e luteranos em Lund.
Um exemplo é a celebração das Vésperas, que em turnos são celebradas aos domingos na catedral luterana e na igreja católica de São Thomas. As diferenças “doutrinais sobre a Eucaristia fazem com que católicos e luteranos não celebrem juntos a missa na catedral”. No entanto, “em vez de se concentrar sobre o que diferencia” “escolheu-se “cooperar no que nos une, ou seja, a Palavra de Deus, o batismo, a oração e o cuidado diaconal”.
Servizio Informazione Religiosa – SIR,

segunda-feira, 26 de março de 2018

SOBRAL-CE: Comunidade Shalom em parceria com a Polícia Militar propõe ações para superar a violência

“A parceria proposta pela Comunidade Shalom é o que queremos de toda sociedade em geral.”
Apoiada no apelo da Igreja do Brasil com a Campanha da Fraternidade cujo tema é “Fraternidade e Superação da Violência” e baseada nos altos índices de criminalidade e no desejo de vivenciar a Cultura de Paz na cidade de Sobral, a Comunidade Católica Shalom está propondo em parceria com a Polícia Militar ações em busca de superar a violência na cidade. Membros da Comunidade estiveram reunidos na última quinta-feira, 22, com representantes da Polícia Militar na sede do Terceiro Batalhão da PM/CE.
A pauta foi a troca de informações e ideias acerca da Segurança Pública em Sobral, além do relato de constantes ocorrências nas mediações do Centro Católico de Evangelização Shalom (R. Cel. Mont’Alverne, 1409 – Campo dos Velhos). A reunião contou com a presença do responsável pela Comunidade Shalom em Sobral, Rodielson Silva, além do Coronel Assis e Tenente Marcos Paulo, representando a PM/CE. Além de Rodielson, representaram a Comunidade Shalom Anderson Medina, Carlos Augusto Araújo Cisne e Emanuel Linhares.
As duas instituições se comprometeram em fazer parceria para diminuir as ocorrências, através de trabalho preventivo/ostensivo com os militares e de uma postura formativa/evangelizadora por parte dos missionários. “A sensação de insegurança que assola o nosso País, Estado, cidade e região pode ser amenizada com uma postura conjunta de ambas as Instituições, em não aguardar que o ‘predador’ venha até nós, mas que nos antecipemos a ele, conforme o modo e forma que a nossa Instituição deva fazê-la”, disse Rodielson Silva.
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