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domingo, 13 de outubro de 2019

Bispos da Polônia: pais do Papa São João Paulo II poderão ser beatificados em breve

RODZICE KAROLA WOJTYŁY

"Com certeza, a atitude espiritual do futuro Papa e santo se formou na família graças à fé dos pais"

Em comunicado publicado nesta quarta-feira, 9 de outubro, a Conferência Episcopal da Polônia confirmou para dentro em breve o início do processo de beatificação dos pais de São João Paulo II.
Karol Wojtyla (pai) e Emilia Kaczorowska exerceram decisivo exemplo na vida do futuro Papa polonês, conforme ressaltou o ex-secretário particular de São João Paulo II, o cardeal Stanislaw Dziwisz:
“Com certeza, a atitude espiritual do futuro Papa e santo se formou na família graças à fé dos pais. Eles poderiam se tornar um exemplo para as famílias modernas e os padroeiros das nossas famílias”.

segunda-feira, 25 de março de 2019

O dia em que Papa ligou pessoalmente para uma mulher que ia abortar…

POPE FRANCIS,BABY

...e se ofereceu para ser o padrinho do bebê!
A italiana Anna Romano, então com 35 anos de idade, escreveu uma carta dolorosa ao Papa Francisco em 2013, o primeiro ano dele como pontífice.
Anna contou que estava grávida. O pai do bebê era um homem casado, mas de quem ela não era a esposa. Era sua amante. Diante da notícia da gravidez, o homem rompeu a relação extraconjugal e a pressionou para que abortasse o filho indesejado. Anna quis então desabafar com o Papa antes de eliminar o bebê.
Foi então que um telefonema mudou tudo.
Era uma terça-feira, 3 de setembro de 2013: o próprio Papa ligou pessoalmente para Anna.
“Fiquei de boca aberta. Eu ouvi o Papa falar. Ele tinha lido a minha carta. Ele afirmou para mim que o bebê é um presente de Deus, um sinal da Providência, e me disse que eu nunca estaria sozinha”.

Alguns minutos de conversa com Francisco foram suficientes para que Anna mudasse de ideia e desistisse de abortar o seu filhinho.
Entrevistada por vários jornais italianos, ela relatou, ainda, que o Papa tinha se oferecido para batizar a criança e que ele próprio gostaria de ser o padrinho.
“Ele encheu o meu coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”.
A história de Anna repercutiu mundialmente nas páginas de jornais como os italianos Il Messagero e Corriere della Sera, o espanhol ABC e o britânico Telegraph, entre dezenas de outros.
E o bebê nasceu mesmo?
Nasceu, sim. E foi batizado pelo Papa, sim!
Aconteceu no domingo dedicado à celebração do Batismo do Senhor, dia 12 de janeiro de 2014. Na ocasião, o Papa batizou 32 crianças na Capela Sistina e, entre os bebês, estava aquele que o próprio Francisco tinha salvado do aborto: o filho de Anna Romano.
Quantos milhões de bebês exterminados pelo aborto poderiam ter sido salvos no mundo com um pouco de empatia, compreensão e incentivo à esperança e ao amor?
Sobre a foto desta matéria

domingo, 23 de dezembro de 2018

339 passageiros de voo salvos “por milagre” em BH?

Comissário de voo Latam Guarulhos-Londres: "Se tem fé agradeça, porque não era para nenhum de nós estar vivo"

OAeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, ficou fechado para pousos e decolagens no dia 20 de dezembro de 2018, quando um Boeing 777 da Latam que fazia o voo LA8084, entre São Paulo (Guarulhos) e Londres, fez um pouso de emergência com 339 passageiros a bordo.

Nesse dia, até as 7h desta manhã, 67 voos já tinham sido cancelados.

Entre os motivos do fechamento do aeroporto estava, em particular, a necessidade de fazer a troca, em plena pista, dos oito pneus do avião, que ficaram danificados. Cada um pesa 250 quilos. Tanto os pneus novos quanto o macaco hidráulico capaz de substituí-los precisaram ser levados de São Paulo até Confins.

Todos os passageiros e a tripulação foram retirados do avião em segurança, mas seus primeiros relatos deram a entender que houve momentos de tensão, medo e choro, em meio a uma situação de gravidade que poderia ter culminado em uma tragédia de proporções históricas.

A representante comercial Cidneia Antongiovanni, em declarações reproduzidas pelo G1, repetiu o que um comissário lhe teria dito:

“O comissário disse: se eu tinha fé, ‘então agradeça’, porque não era para nenhum de nós estarmos conversando aqui”.

Cidneia relatou que houve um grande estrondo na hora do pouso e que muitos passageiros choraram.

“O comandante comunicou aos passageiros que havia uma falha elétrica e que era muito grave. E que a gente ia fazer um pouso de emergência. E daí, na hora que pousou, todo mundo se assustou bastante, porque foi um estrondo muito grande. Todo mundo se segurou, chorou. Não podia ir no banheiro, não podia tomar água, não podia pegar a bagagem. A gente estava esperando abrir a porta de emergência para todo mundo passar”.

Milagre?
Não se pode falar propriamente em “milagre” quando existem explicações científicas plausíveis para um acontecimento. O termo “milagre” é empregado com frequência diante de situações que parecem muito improváveis, mas, na grande maioria dos casos, o uso dessa palavra, embora bem intencionado, é precipitado e equivocado como termo técnico.

Milagres são fenômenos cientificamente inexplicáveis, que contradizem as regras da natureza conforme as conhecemos. O caso em questão, no entanto, é perfeitamente explicável pela perícia dos pilotos, por exemplo.

São necessários criteriosos e detalhados estudos científicos para que algum fenômeno possa ser oficialmente declarado como de caráter sobrenatural. A Igreja Católica segue critérios científicos bastante rígidos para afirmar algum milagre. Os milagres de cura, por exemplo, chegam a demorar décadas até serem reconhecidos. Os fatos precisam ser cuidadosamente estudados por médicos, revisados por cientistas (na maioria dos casos, laicos e até mesmo ateus), expostos às críticas públicas e, só depois de feitos todos os estudos científicos, a própria Igreja faz a análise teológica mediante o trabalho das suas comissões de especialistas em teologia. Você pode conhecer um pouco mais sobre a delicada avaliação de supostos milagres por parte da Igreja clicando neste artigo sobre os 7 critérios para se declararem milagrosas as curas que acontecem no santuário de Lourdes.

Mas um acontecimento não precisa ser “milagroso” para evocar a intervenção divina
Mesmo um episódio tranquilamente explicável pela ordem natural das coisas pode servir como “gatilho” para reflexões importantes, no entanto. É o caso de uma situação de alto risco em que, contra as probabilidades de uma catástrofe, a tragédia é evitada por um triz.

Afinal, nós, católicos, acreditamos que Deus age não apenas mediante a supressão das leis naturais nos casos propriamente entendidos como milagres: Ele age o tempo todo, respeitando a nossa liberdade e contando com as nossas livres ações para administrar a maior parte dos acontecimentos que nos envolvem.

É por isso que, mesmo que não se possa falar propriamente em milagre num sentido “técnico”, podemos e devemos agradecer a Ele por mais esta “mãozinha”.

Para quem crê na inexistência de Deus, tudo é e será sempre mero acaso e falta de sentido. Para quem acredita em Deus e no sentido sobrenatural da existência, tudo é e será sempre um grande milagre, testemunhado por uma abundância de sinais repletos de sentido.

Agradeçamos por essas vidas que foram salvas!

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Aos 85 anos, importante político ateu se rende à fé católica e abraça o batismo


bill hayden

"Eu sentia no meu coração que não estava realizado"
Uma notícia inesperada envolvendo o líder do Partido Trabalhista Australiano chamou a atenção da população do país.

Bill Hayden ocupou durante sete anos o posto de governador-geral da Austália, ou seja, foi o representante no país da rainha Elizabeth II, reconhecida como monarca porque a Austrália faz parte da Comunidade de Nações encabeçada pelo Reino Unido. Além do alto cargo, Hayden também era famoso pelo seu ateísmo.

É por isso que surpreendeu a muitos a notícia de que, no último 9 de setembro, Bill Hayden foi batizado católico.

A imprensa local informou que o sacramento foi recebido durante uma celebração na igreja de Santa Maria em Ipswich, Queensland, com a presença de família e amigos.

A motivação
Hayden declarou que a decisão de se tornar “oficialmente católico” foi inspirada pelos muitos atos sinceros de compaixão por parte dos cristãos que pôde testemunhar ao longo da vida, bem como por uma “profunda contemplação” que experimentou depois de sofrer e se recuperar de um derrame cerebral.

“Quando era adolescente, eu ia à missa todos os domingos e depois recebia a bênção (…) Quando você cresce com isso, eu acredito que isso nunca te abandona de verdade”.

Com o passar do tempo, veio o afastamento. Mas também veio a sensação de que faltava algo.

“Eu sentia no meu coração que não estava realizado”.

Em uma carta à família, o novo católico escreveu que os princípios cristãos de “humanidade, compromisso social e serviço aos outros” são coerentes com os seus valores pessoais e políticos. Segundo Hayden, esses princípios guiaram o seu reencontro com a fé católica.

“O cristianismo representa, para mim, as qualidades que tentei aplicar durante a minha vida e que, de agora em diante, lutarei para defender com fé”.

sábado, 5 de maio de 2018

Beatificam sacerdote apunhalado 32 vezes para proteger a Eucaristia

Janos Brenner nasceu em 27 de dezembro de 1931, em Szombathely (Hungria). Ele e seus dois irmãos foram sacerdotes.

O Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, presidiu a Missa de beatificação do sacerdote mártir Janos Brenner, assassinado em 1957 com 32 apunhaladas enquanto protegia a Eucaristia.
Na Missa presidida no dia 1º de maio, em Szombathely (Hungria), o Cardeal Amato recordou que Pe. Brenner tinha 26 anos quando “o apunhalaram mais de 30 vezes. Ele foi encontrado na madrugada do dia 15 de dezembro de 1957, perto da cidade de Zsida, com a mão esquerda no peito para proteger a Eucaristia, como o mártir Tarcísio”.
Tarcísio foi um jovem coroinha do século III que ajudava os sacerdotes de Roma.
Entretanto, naquela época os cristãos eram perseguidos e ele foi apedrejado por um grupo de pagãos ao proteger a Eucaristia que levava aos fiéis presos.
Segundo informações de L’Osservatore Romano, o Purpurado disse que Pe. Brenner era “amado por todos, adultos e crianças, pela pureza do seu olhar e por tratar bem os outros”. Apesar das pressões do regime comunista da Hungria, optou “com alegria por ser sacerdote. Ele era corajoso e consciente do perigo, perseverou em sua vocação de servir ao Senhor e iluminar os jovens com a palavra de Jesus”.
O Cardeal Amato sublinhou que Pe. Brenner “rezava com fé, visitava os doentes e tinha palavras de consolo e proximidade para todos”. A sua presença transmitia “confiança e alegria”. Ele costumava dizer que “não podiam fazer nenhum mal para ele, porque não podiam roubar nada dele. Tinha somente 2 calças remendadas”, acrescentou.
Segundo o Purpurado, um dos legados do novo Beato é “a atitude do cristão ante a perseguição e a oração pelos que os perseguem, assim como o perdão das suas perversões”.
O Purpurado disse que há documentação, “mas ainda está incompleta, de mais de 1.500 sacerdotes diocesanos e seminaristas e cerca de 500 religiosos presos e condenado injustamente à morte”, alguns dos quais já foram beatificados.
Breve biografia
Janos Brenner nasceu em 27 de dezembro de 1931, em Szombathely (Hungria). Ele e seus dois irmãos foram sacerdotes.
Depois que as autoridades comunistas acabaram com as ordens religiosas, Janos estudou durante um ano na Academia Teológica de Budapeste e depois no seminário em Szombathely.
Quando o seminário fechou, continuou os seus estudos de Teologia em Györ.
Foi ordenado sacerdote em 19 de junho de 1955. Serviu como capelão em Rábakethely, realizando um apostolado especial com os jovens. O regime comunista, que perseguia a Igreja, não aprovava a sua atividade.
Em 26 de dezembro de 1948, o regime prendeu o Cardeal József Mindszent e o condenou à prisão perpétua. Em 1950, foram deportados cerca de 2.500 religiosos e, em agosto, fecharam a faculdade de Teologia em Budapeste. O regime também criou “um movimento pela paz com a intenção de causar discórdia e divisão no clero”.
Em outubro de 1956, começou a revolução húngara em Budapeste, na qual “assassinaram aproximadamente 10 mil pessoas, a maioria delas eram estudantes e trabalhadores”.
Em 15 de dezembro de 1957, prepararam uma armadilha para Pe. Brenner. Para conseguir afastá-lo de sua paróquia, chamaram-no para que visitasse uma pessoa doente. Ele pegou o seu porta viático – no qual levava a Eucaristia – e foi à aldeia de Zsida. Armaram uma armadilha e o apunhalaram 32 vezes enquanto protegia o Santíssimo Sacramento com a sua mão esquerda.
Foi sepultado em 18 de dezembro na cripta familiar da Igreja Salesiana de São Quirino, em Szombathely. Seu lema sacerdotal foi colocado em seu túmulo: “Todas as coisas colaboram juntas para o bem daqueles que amam a Deus”.
No lugar do martírio de Pe. Brenner, entre os povoados de Rábakethely e de Zsida, foi construída em sua homenagem a capela do Bom Pastor em 1989.
Fonte: ACI Digital

domingo, 29 de abril de 2018

As demonstrações de fé católica do cantor Thiaguinho impactam o público

Thiaguinho e pe Manzotti
“Não somos casados, não podemos morar juntos”. “Não, obrigado. É quaresma. Eu não bebo durante a quaresma”. "O que é nascido de Deus vence o mundo"

Nesta semana, celebrou aniversário um conhecido e querido sacerdote brasileiro, o pe. Reginaldo Manzotti. Entre as muitas felicitações que ele recebeu de familiares, fiéis católicos e personalidades da mídia, estiveram as do jovem casal Thiaguinho e Fernanda Souza, cuja mensagem em vídeo foi apresentada no programa que o sacerdote apresenta na Rede Vida.

Thiaguinho, cantor, e Fernanda, atriz, contam com um vultoso fã-clube país afora, o que faz com que as suas declarações tenham peso junto aos milhões de brasileiros que os acompanham de alguma forma.

E o que esse casal de celebridades populares tem a ver com o sacerdote?

Foi o pe. Reginaldo Manzotti quem celebrou, na igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo, a Santa Missa do casamento de Thiaguinho e Fernanda Souza.

Trata-se de uma relação que vai muito além do simples “social”: o cantor recebeu apoio decisivo do pe. Reginaldo Manzotti para retornar a uma vivência mais intensa da fé católica quando, em 2012, sofreu uma tuberculose pleural que lhe exigiu um longo tratamento e o manteve durante meses afastado dos palcos.

“A fé foi o que me fez acreditar que eu sairia daquela situação. E num momento de escuridão pessoal, vi a luz. O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé“.

A história de fé de Thiaguinho, porém, já vem da infância:

“Sempre fui, sou católico. Cresci na igreja. Participava do grupo de jovens, do coral. A minha mãe era coordenadora da Pastoral da Música, e o meu pai, da paróquia. Fiz primeira comunhão, crisma…”

A fé do cantor foi testemunhada ao público em diversas oportunidades. Certa vez, durante um show para um programa de televisão, ofereceram a ele um copo de cerveja. Thiaguinho recusou e surpreendeu pelo motivo:

“Não, obrigado. É quaresma. Eu não bebo durante a quaresma”.

Quando ainda namorava Fernanda, Thiaguinho respondeu ao apresentador Fausto Silva, que lhe perguntara se eles já moravam juntos:

“Não somos casados, não podemos morar juntos”.

Em outra ocasião, durante uma entrevista, Thiaguinho revelou, bem-humorado, que já tinha chegado a pensar na vocação sacerdotal:

“Eu até pensei em ser padre numa época da minha vida, mas mudei de ideia quando fiquei com vontade de cantar pagode!”

Afinal, vocação se tem ou não se tem…

O hoje famoso e popular pagodeiro chegou a gravar uma música com seu amigo sacerdote, o pe. Reginaldo Manzotti: “Paz e Luz“, que faz parte do álbum “Entre amigos“.

domingo, 15 de abril de 2018

Ex-satanista mexicano retorna à Igreja e testemunha: “O terço é poderoso!”

David Arias

"Quando alguém reza o terço, o mal fica irritado!”, afirma o homem que tinha passado quatro longos e obscuros anos em uma seita satânica

David Arias nasceu na Cidade do México, mas, aos 16 anos, se mudou para a Califórnia, onde colegas de escola o apresentaram ao famigerado jogo ocultista da ouija – e o convidaram a usá-lo em um cemitério para contatar demônios.
Embora tivesse crescido numa família “culturalmente católica”, David relata que tinha muitas discussões com os pais e familiares. Ele descreve a si mesmo como um “perturbador”. De bases frágeis na fé, não foi difícil que os novos amigos californianos o convencessem a participar de festas secretas que incluíam todo tipo de promiscuidade sexual e consumo ilimitado de álcool e drogas. Também não tardou para que eles o convidassem a fazer parte de um grupo fechado que denominavam “a igreja de Satanás”.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Testemunho: o livramento do Senhor na vida de Dom Henrique Soares

Sem palavras! Uma experiência incrível do poder e amor de Deus!
Meu caro Amigo,

Há exatamente oito anos, 20 de março de 2009, eu vivia momentos de intensa emoção: experimentei, naquele dia para mim inesquecível, a mão de Deus, que nos guia de modo realmente incompreensível…

Pela manhã tinha viajado a Salvador, pois o Senhor Núncio Apostólico desejava falar-me. O assunto era uma reviravolta na minha vida: o Papa convidava-me a aceitar ser consagrado Bispo Auxiliar de Aracaju. Onde Deus desejava levar-me? O que desejava de mim? Disse “sim” ao Núncio! Não, ao Núncio não: ao Papa através do Núncio! Não, ao Papa não: a Cristo através do Papa! Disse “sim” sem pensar – não se pensa quando o Senhor chama; não se calcula! Simplesmente diz-se “sim”! Foi o que procurei fazer em toda a minha vida, apesar de tantas e tantas infidelidades e covardias… Deus as conhece; você não, caro Amigo!

Mas, disse “sim”. E voltei para Maceió, pois era sexta-feira da Quaresma e eu tinha via-sacra às 16 horas na minha Igreja do Livramento (inesquecível e saudoso Livramento!) e, depois, uma missa no Povoado Poxim, em Coruripe, na Diocese de Penedo… Apressado, sem almoço, fiz a via-sacra e fui para o Poxim. No retorno, pelas 21 – 21:30h, o inesperado, o absurdo, o desígnio de Deus que eu não sei e Ele sabe; não compreendo e Ele vê com clareza: um daqueles automóveis utilitários me trancou; quatro homens de revólveres em punho. Fugi. Perseguiram-me. Atiraram no meu carro; seis balas o perfuraram e esvaziaram os dois pneus dianteiros. Trancaram-me novamente. Tiraram-me do automóvel, espancaram-me gravemente, recolocaram-me no automóvel, levaram-me para o meio do mato. Eu sangrava muito. Disseram-me que me matariam: aqueles seriam meus últimos momentos…

sábado, 24 de março de 2018

Três ex-satanistas regressam à Igreja Católica e contam sua história.

Neste artigo, há histórias de três católicos, ex-satanistas, que agora compartilham suas vidas em vários fóruns católicos públicos depois de se tornarem palestrantes e escritores.
O ‘National Catholic Register’ apresenta a vida de Deborah Lipsky, David Arias e Zachary King, pessoas que no passado viveram no secretismo, satisfazendo as suas paixões e zombando de tudo o que é cristão, especialmente católico.
1. Deborah Lipsky
É autora de ‘A Message of Hope: Confessions of a Ex-Satanist’ (Uma mensagem de esperança: Confissões de um ex-satanista).
Deborah nasceu em Massachusetts, envolveu-se com o satanismo quando era adolescente e voltou para a Igreja Católica em 2009.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Menino que caiu do 9º andar acordou do coma ouvindo esta canção de Natal

Ele sobreviveu a uma queda de 27 metros de altura em junho deste ano e, até hoje, os médicos não conseguem achar explicação
A vida de Martín é um milagre. Ainda não se sabe como é que o menino, hoje com 4 anos de idade, sobreviveu a uma queda de 27 metros de altura, em junho, quando tinha 3 anos. Nem a medicina nem a lógica puderam dar uma resposta. O que se tem de real e concreto, enquanto isso, é o testemunho de uma criança alegre, muito forte e… viva!

Em 7 de junho, Martín foi até a varanda do apartamento da família em Tucumán, na Argentina, escalou o parapeito e caiu no pátio interno do edifício. Nove andares. 27 metros de altura. 3 anos de idade.

Qualquer pai consegue imaginar (e sentir na espinha) a indescritível angústia de ver lá embaixo o corpinho do próprio filho, estendido no chão. O pai, Máximo, conforme os relatos da mãe, Florencia, agiu com rapidez e autocontrole. A mãe estava no trabalho. “Acho que eu teria me atirado da varanda atrás do meu filho“, diz ela.

quarta-feira, 29 de março de 2017

* Meu grande “erro” foi assistir a uma missa católica – Ex-protestante, agora padre católico – Carter Griffi

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é um sacerdote da Arquidiocese de Washington, DC. Presbiteriana Renovada, ele se converteu ao catolicismo, enquanto freqüentava a Universidade de Princeton.

Meu grande erro foi assistir a uma missa católica. Tudo começou inocentemente, visitando uma amiga católica que participou de uma universidade do sul, uma jovem mulher que eu queria impressionar pelo meu desejo grande de espírito de ir à igreja com ela. Mas a minha vida nunca mais foi a mesma desde que daquele domingo de abril de 1992 No dia seguinte, retornando para Nova Jersey onde frequentava a faculdade, eu tinha oito horas para refletir a experiência daquela Missa. Ele tinha feito uma impressão indelével, e ao retornar para o dormitório, perguntei a um amigo católico sobre me levar para o padre de sua paróquia. Eu tinha algumas perguntas que precisavam ser respondidas.

Eu cresci em uma família presbiteriana, bastante consistente, e eu sempre tinha abrigado um interesse na religião. Os negócios do meu pai nos levaram no estrangeiro, quando eu era muito jovem, e a maior parte da minha infância foi passada em países da América Latina. A maioria dos meus amigos que eram “sérios” sobre religião eram de fato católicos, então eu cresci tocado por uma visão favorável da Igreja. Quando vivemos no Brasil, participei de uma escola católica de língua Inglesa, e eu lembro vividamente de ser uma das poucas crianças que não tinham condições de receber a Sagrada Comunhão durante a missa semanal. Era aquela fome de receber Nosso Senhor, da graça da conversão e da fé para crer na presença real de Cristo na Eucaristia.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Testemunho de um casal: os caminhos do Senhor nem sempre são fáceis, mas Ele faz cada segundo valer a pena!

lucas-ferreira” Após descobrirmos, durante um ultrassom de rotina, que existia uma diminuição do fluxo sanguíneo de uma das bebês, no dia 3 de Novembro fomos parar às pressas no Hospital São Francisco em Jacareí-SP ( 130 km de Cachoeira Paulista) para Marília se internar para receber os primeiros cuidados da Dra. Rosana, nossa médica.

Foram vários exames, diariamente feitos, até que, no dia 11, nossas filhas nasceram. Bem prematuras, bem mesmo. Com apenas 30 semanas de gestação.

Beatriz nasceu com 1,330 kg às 20:47 h de olhão aberto e toda corada. Marília deu um beijinho nela e logo a levaram pra incubadora. Daí veio o primeiro susto. Helena não vinha. O útero de Marília se contraiu, dificultando o nascimento de Helena. Num momento de desespero, rezamos a Ave-Maria… E no fim da terceira, veio Helena. Pálida e imóvel, pesando apenas 0,840 kg. Eu logo as batizei, ali no centro cirúrgico mesmo. Minhas filhas despertaram pra vida e para o Céu no mesmo instante.

Logo no seu primeiro dia de vida, Beatriz fez uma cirurgia de emergência. A ventilação mecânica abriu seu pulmão, e esse ar na região do tórax precisou ser drenado. O ar entrava pra ela respirar e a sobra era drenada pra fora. E eu, com 31 anos de idade, nunca quebrei nem um dedo. Foi terrível. Nesse dia, tiramos força de onde não tínhamos. Mal sabíamos que precisaríamos de mais força, e mais força e mais força.

Helena perdeu muito peso, chegou a pesar 0,740 kg e logo no início fomos avisados que com ela os cuidados seriam outros. Seus órgãos não estavam prontos pra vida aqui fora. Precisou-se de medicamento para os rins, pulmões, coração e tireoide. Muita medicação é pela veia, e até mesmo usando um cateter central. Helena teve 3 infecções e também foi diagnosticada com pneumonia, por conta do tempo excessivo com a respiração mecânica.

Mas o pior ainda estava por vir.

Um vaso da artéria pulmonar não se fechou e a cirurgia cardiovascular fez-se necessária. Ela nem estava totalmente curada da pneumonia ainda, mas era preciso. Uma nenê com menos de 1kg iria fazer uma cirurgia grande. E agora? Lembra da força que tínhamos que tirar de onde não tínhamos? Ela veio e a gente deu conta. Helena se recuperou da pneumonia e da cirurgia ao mesmo tempo.

Beatriz teve alta da UTI, após 45 dias de internação. Mas Helena ficou. Precisamos nos dividir para dar o cuidados para as duas. Ah, nisso minhas férias acabaram e com isso veio Rosaura, mãe da Marília para estar conosco nessa empreitada. Ficamos hospedados 2 meses em São José dos Campos na casa dos queridos Luiz e Sayô (nossos compadres, a quem somos gratos por toda nossa vida). Com Beatriz em casa e Helena no hospital, a correria dos mamás foi grande!

E, após 82 dias de UTI, acabou a luta e minha família venceu. Foi-se embora o sensor, a incubadora, os antibióticos, as infecções, as cirurgias, as aspirações pulmonares. O medo foi embora, a ansiedade foi embora. A dor sumiu. E foi-se embora também o açaí, a coxinha e o bolo de pote da cantina do hospital.

No dia 3 de fevereiro (Mês dedicado a Sagrada Família e exatos 3 meses da internação da Marília), na primeira sexta-feira do mês, e às 15h, o Sagrado Coração de Jesus derramou sua misericórdia sobre minha família e Helena teve alta.
Nós saímos do hospital na hora da misericórdia!

Agradecemos a todos os amigos que rezaram por nós! Certamente foi nosso sustento nos momentos mais difíceis. Muito obrigado, mesmo!!!
Para a glória de Deus, minha família está completa.

E partilho com vocês que nós temos dois milagres em casa!

(via Facebook) /Aleteia

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Adolescente sofre parada cardíaca, morre por 20 minutos, acorda de repente e conta que esteve diante de Jesus

Adolescente sofre parada cardíaca, morre por 20 minutos, acorda de repente e conta que esteve diante de Jesus Zack Clements, de Brownwood, no Estado norte-americano do Texas, passou mal durante uma aula de ginástica no colégio e sofreu uma parada cardíaca surpreendente para todos, já que o rapaz de 17 anos era esportista e mantinha hábitos saudáveis de vida.

Seu coração parou durante 20 minutos. O jovem foi encaminhado com urgência ao hospital, onde ainda permaneceu três dias em uma espécie de coma – do qual acordou de repente, como se nada tivesse acontecido.

Mas o mais surpreendente ainda estava por vir.
Quando acordou, Zack relatou aos pais, Billy e Theresa, o que tinha acontecido durante aqueles 20 minutos em que havia estado clinicamente morto.

Ele conta que viu um homem de longos cabelos e barba e, sempre de acordo com seu próprio relato, reconheceu nele o semblante de Jesus, que lhe pôs a mão sobre os ombros e afirmou que tudo ficaria bem.

O que quer que tenha acontecido com Zack, o fato é que os longos 20 minutos de parada cardíaca e a súbita recuperação dos batimentos do jovem impressionaram com força os médicos que o atenderam, deixando-os sem saber como explicar o que houve com o jovem e, principalmente, como ele sobreviveu a essa ausência de pulso.

Na mais cética das hipóteses, o que fica patente é que a vida tem muito mais força do que costumamos imaginar – e merece ser respeitada, preservada e cuidada com todos os esforços, mesmo quando parece impossível recuperá-la.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Brasileira larga tudo para divertir filhos de refugiados na Europa

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A foto de uma criança filha de refugiados morta no mar da Turquia rodou o mundo e levantou uma discussão sobre a realidade de milhares de refugiados que tentam atravessar as fronteiras europeias todos os anos.  Incomodada com essa triste realidade, a brasileira Alessandra Luiza de Morais, mais conhecida como Lelé, resolveu conhecer de perto um abrigo de refugiados na Grécia para fazer o que mais gosta na vida: brincar com crianças.

Natural de Belo Horizonte-MG, Lelé se formou em Belas Artes, e, desde muito nova, descobriu sua vocação para trabalhar com crianças. Em 2002, decidida a aprender inglês, resolveu passar seis meses em New York. Logo que chegou, montou uma oficina de brinquedos em sua casa e criou a “Let’s Play Group”. Os seis meses se transformaram em 14 anos, Lelé se casou com um fotógrafo americano que hoje a acompanha, quando possível, em suas atividades.

“Sempre estudei muito e pesquisei sobre o mundo das brincadeiras infantis. Vi que eu poderia ir muito além de dar uma aula de artes para elas. Descobri que a linguagem da criança é universal, não importa se é brasileira, americana, síria”, disse ao AcheiUSA.
Em sua casa em NY, ela tinha um quintal onde oferecia vários tipos de brincadeiras para as crianças e esse mesmo tipo de trabalho ela tenta levar para o campo dos refugiados. “Eu as observo, vejo com o que elas gostam de brincar e o que as interessa. Uma cadeira vira um ônibus, objetos se transformam e, assim, deixam a imaginação voar”.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

De atleta olímpico a sacerdote diretor de vocações

O diretor de vocações da Diocese de Rockville Centre, em Nova Iorque (Estados Unidos), Pe. Joe Fitzgerald, foi um atleta que competiu nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, mas hoje se dedica a guiar aqueles que se descobrem chamados ao sacerdócio.

PJosephFitzgerald_biking4vocationsorg_080816Em diálogo com o National Catholic Register, o Pe. Fitzgerald assegurou que participar das olimpíadas foi uma grande emoção para ele, mas era impossível compará-lo com o sacerdócio.

“Estou muito feliz por ter tomado esta decisão. Durante o meu jogo final de handebol fiz oito gols e nunca olhei para atrás. Estou totalmente em paz por ter deixado o esporte e procurado o sacerdócio. Há algo em minha vocação que nunca poderia ter conseguido no handebol ou em qualquer outro esporte”, assegurou.

“A vida de um sacerdote, bem vivida, é muito satisfatória porque o sacerdócio é, como dizia São João Maria Vianney, o amor do coração de Jesus”, acrescentou.

A respeito da preparação que os atletas que participam da Olimpíada Rio 2016 devem ter, explicou que apesar de todo o trabalho realizado, “os treinos, as competições e as medalhas não definem quem eles são. Seu maior título, sem importar as medalhas que possam ganhar, é ser um filho de Deus. Conscientes disso, devem competir, não para sua própria glória, mas para a glória de Deus”.

Usain Bolt: medalhas de ouro? Sim. Medalha Milagrosa? Mais ainda!

RIO DE JANEIRO, Brazil, AUGUST 15, 2016. # ATHLETICS. Usain Bolt at the start of the 100m. Usain Bolt ran 100m in 9.80 seconds, winning his third straight gold medal in the 100 Olympic event, something no runner has accomplished before. Angelos Zymaras / AZSPORTSIMAGES / SOOC
Usain Bolt continua sendo, conforme todas as expectativas, o homem mais rápido do mundo: na terceira Olimpíada consecutiva (Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016), foi dele a medalha de ouro nos 100 metros rasos.

Mas essas três medalhas de ouro não são as únicas que brilham na vida do atleta: Bolt é devoto da Medalha Milagrosa, fruto das aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré. É esta, e não as de ouro, a medalha que o atleta jamaicano traz sempre ao peito.

Usain Bolt é filho de uma família católica – fé que, na Jamaica, é minoritária. Embora discreto, o atleta não esconde a sua fé na hora de fazer o sinal da Cruz ou de se manifestar nas redes sociais para dar graças a Deus por suas conquistas e tentar aprender com seus fracassos. Por exemplo:

“With God anything is possible… I demolish training today #thankuGod”

terça-feira, 26 de julho de 2016

Cantor sertanejo faz público chorar com arrepiante testemunho de fé em Nossa Senhora



Naquele dia, Tiago entrou no quarto do pai, à beira da morte, e sentiu um forte odor de flores e rosas

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O programa “Terra da Padroeira“, transmitido pela TV Aparecida aos domingos, recebeu na edição passada, 17 de julho, a jovem dupla sertaneja Hugo e Tiago, que impactou e levou o público às lágrimas com um testemunho de fé de arrepiar.

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Com a dupla, estava presente o padre Alcides Piquilo, que é irmão de Tiago. Os dois irmãos compartilharam a sua dramática vivência recente da enfermidade do pai, que também se chama Alcides e que enfrentou uma severa pneumonia, agravada pelo fato de só ter um pulmão.
A culminação do drama familiar veio no dia em que, mesmo depois que a família tinha se unido com grande fervor na oração do rosário, “seu” Alcides ficou à beira da morte.

Naquele dia, Tiago entrou no quarto do pai e sentiu um forte odor de flores e rosas. Ele imediatamente associou o cheiro ao de um velório e, em desespero, pensou que o pai tivesse falecido. Chamou a mãe e a irmã e, todos juntos, correram para o hospital na tentativa de salvar a vida do pai.
Três horas depois que o pai tinha praticamente morrido, os médicos chamaram a família e fizeram uma declaração surpreendente, que o próprio Tiago relata aos prantos de emoção.
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veja o testemunho clicandoAQUI

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Ele começou enterrando fetos abortados e hoje é pai de mais de 100 crianças.



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No mundo existem autênticos heróis, pessoas que não aparecem nas capas das revistas e não são milionárias, mas que com o seu exemplo de vida fazem do mundo um lugar para se sentir orgulhoso de viver.

Um desses heróis anônimos é Tong Phuoc Phuc, um vietnamita católico que decidiu fazer sua contribuição e com isso tem salvado a vida de dezenas de bebês. Ele é pai de mais de cem crianças que, sem ele, nunca teriam nascido.

Tudo começou em 2001, sua esposa estava grávida e teve muitas complicações. O parto foi difícil e Phuc conta que enquanto aguardava no hospital sua esposa se recuperar, viu que muitas mulheres entravam grávidas na sala de parto mas saiam sem nenhum bebê. A princípio ele não entendeu, mas quando viu os médicos jogando os fetos no lixo, se deu conta do que estava acontecendo. Ele se compadeceu e então pediu para levar esses corpos.

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Com todas as economias que tinha de seu trabalho como construtor, comprou um pequeno campo para poder enterrar os restos dos bebês que eram jogados. No começo, sua esposa pensou que ele tivesse enlouquecido, mas ele continuou fazendo isso e atualmente já são mais de 10.000 fetos abortados que aí descansam.


Desde que ele começou a enterrar os corpos, mães pós-abortivas começaram a vir até o cemitério para rezar pelos filhos aí sepultados, e grávidas em risco de aborto começaram a procurar por ele para pedir ajuda. Phuc abriu as portas da própria casa para que essas gestantes tivessem onde ficar e se ofereceu a adotar os bebês que elas não quisessem. Desde então, ele adotou mais de cem bebês que seriam abortados e conseguiu que, com o tempo, muitas dessas mães voltassem para buscar os filhos quando se encontrassem em melhores condições.

Todos os bebês que Phuc adota, se são meninos, tem o nome de Vihn (que significa “Honra”), e se são meninas, são chamadas de Tam (que é “Coração”); o segundo nome é sempre o da mãe ou da cidade de origem dela – caso a mãe retorne; e o sobrenome é Phuc, que é o dele, pois ele considera todos como seus próprios filhos. Ele diz que “essas crianças agora têm um lar seguro. Eu estou disposto a ajudar e a ensiná-las a serem boas pessoas”.

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Apesar de parecer cansativo, Phuc não pensa em parar. Ele declarou que “continuarei a fazer esse trabalho até meu último suspiro de vida, e encorajo meus filhos a continuarem ajudando outras pessoas desprivilegiadas.”



Fonte: Sempre Família 

terça-feira, 14 de junho de 2016

Anjos me resgataram de satanistas em festival de música

Statue of an angel in Rome, ItalyNesta postagem reproduzimos um testemunho narrado pelo sacerdote português, do Ministério dos Exorcismos, Padre Duarte Sousa Lara.

Sabemos que Satanás e seus demônios exercem influência em todos os campos de atuação humana com o objetivo de fazer perder as almas. Não é diferente no mundo artístico e da música, que podem ser utilizados para o mal.

Na Europa [local deste testemunho] e em todo mundo existem festivais de música que duram horas regadas com muitas drogas, sexo, violência e diversas formas de comportamentos desordenados.

O nosso personagem é um habilidoso técnico de iluminação que foi procurado pelos organizadores de um festival de música tecno, que costuma reunir vinte mil jovens por evento durante onze horas. O dinheiro era muito e não era problema. Ele cobrava o que queria e era pago. Montou o sistema de iluminação de vários eventos do mesmo organizador.

Ele é de família católica. No entanto, como é muito comum, na adolescência havia se afastado da fé e percorreu outros caminhos, mas, conta ele, nunca afastou Deus do coração.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

“Comungar foi o momento mais feliz de toda a minha vida”. Testemunho de conversão de um ex protestante.

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Jeremiah, em foto após a sua primeira Comunhão, na Vigília Pascal de 2015.
Para os que me conhecem não é nenhuma surpresa o fato de eu ter nascido no “dia da mentira”. Meus pais rezaram desesperadamente para que Deus permitisse o meu nascimento em literalmente qualquer outro dia, mas Deus tem o Seu senso de humor. O Seu humor — ou, melhor dizendo, a capacidade que Ele tem de mudar os meus planos — se tornaria um tema recorrente em minha vida.
Por exemplo, eu cresci tocando guitarra rítmica em bandas de louvor e de rock; agora, eu estudo música clássica na universidade. Também já quis ser atleta, mas, ultimamente, passo maior parte do meu tempo trancado, praticando meu instrumento. Fui criado, enfim, como protestante devoto, mas agora me juntei à Igreja Católica — e esta é a minha história:
Desde a mais tenra idade, meus pais me ensinaram que Deus é real, que Ele nos ama e que a Sua palavra é infalível. Eles me mostraram através das suas ações que seguir a Deus é a prioridade sobre todas as coisas, não importando quão absurdo isso parecesse.
Meu pai conduzia uma pequena igreja evangélica e não denominacional chamada Calvary Chapel(“Capela do Calvário”, lit.), na cidade de Lodi, no estado da Califórnia. Alguns anos depois, ele se sentiu chamado a mudar para Tulsa, em Oklahoma, onde ele se tornou pastor de outra igreja da mesma organização.
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