Conselhos para quem costuma pesquisar assuntos de saúde na internet
Atire a primeira pedra quem nunca foi direto para o Google pesquisar o nome da doença e seus tratamentos depois de sair do consultório médico com uma informação importante sobre sua saúde!
Alguns estudos falam que mais de 50% das pessoas conectadas à internet neste momento estão pesquisando informações sobre saúde de forma direta ou indireta e, o que é mais importante, que a informação que elas vão encontrar impactarão em suas decisões.
Na internet, existem mais de 10 milhões de páginas sobre saúde. Estas páginas desenvolvem aplicativos que estão cada dia mais disponíveis nos tablets e smartphones. As informações também se movem através de fóruns e redes sociais. De fato, saúde, viagem e jogos são os principais temas mais presentes na internet e que motivam o desenvolvimento de novos produtos tecnológicos.
O que queremos é nos transformar em especialistas em nossas doenças. Isso é bom, porque um cidadão informado é um paciente empoderado, que quer tomar suas decisões sobre sua saúde e sua doença.
No entanto, na internet tem de tudo: informação validada e não-validada, rumores, mentiras e falsos conselhos. Durante um tempo, foram desenvolvidos selos de qualidade que garantiam que a informação de determinada página tinha suporte científico e não incluía informações falsas.
Entretanto, muitas informações de saúde não ficam só nas páginas oficiais. Fóruns, Twitter, Facebook e até mensagens de WhatsApp compartilham avisos sobre hipotéticos ou reais efeitos secundários de medicamentos, dietas que curam doenças e pedidos de ajuda financeira para supostas crianças doentes.


