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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Igreja católica e a caridade de Cristo que transformou definitivamente o mundo!

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Auxiliando os necessitados como se eles fossem o próprio Cristo e sem esperar nada em troca, o amor da Igreja se faz presente nos cinco continentes de forma maciça.
A Igreja é muito atacada sobre diversos aspectos, caluniada frequentemente com os mais infundados argumentos que se poderia imaginar, com um toque (até brilhante) de sensacionalismo barato. Mas enquanto há esse intenso ataque, por todo o mundo, da Oceania às Américas, os católicos fazem um trabalho fantástico para redimir as misérias humanas, auxiliando na saúde e na educação em lugares onde sem seu auxílio não seria possível continuar a viver.
 
Certo, o que é o nosso conceito de caridade? Fazer o bem sem nada esperar receber em troca, sem distinção e compartilhando seus sentimentos, tanto de tristeza como de alegria. Esse é um conceito próprio do Cristianismo. Mostrarei agora que se você pensasse assim na Antiguidade você seria considerado quase um louco.
 
A filantropia na visão estoica
 
Claro, naquela época existia a filantropia. Plínio, por exemplo, dotou sua cidade natal de uma escola e uma biblioteca. No entanto, a maior parte dos gestos generosos envolvia um interesse próprio, não eram gratuitos. Os edifícios financiados pelos ricos exibiam seus nomes, as doações deixavam os beneficiários em dívida para com os doadores ou atraíam a atenção para as pessoas em sua grande liberalidade. Escreve Thomas E. Woods: “Servir de coração alegre os necessitados e ampará-los sem nenhuma expectativa de recompensa ou reciprocidade, não era certamente o princípio que prevalecia.” 
 
O estoicismo (300 a. C.) era uma linha de pensamento que recomendava fazer o bem ao semelhante sem esperar nada em troca, mas ensinavam que deveria haver uma supressão das emoções como coisas impróprias do homem. Ele deveria ser indiferente às catástrofes, não compartilhando os sentimentos dos miseráveis. Rodney Stark coloca que a filosofia clássica “considerava a piedade e a compaixão como emoções patológicas, defeitos de caráter que os homens racionais deviam evitar. Dado que a piedade implicava prestar uma ajuda ou alívio imerecidos, era contrária à justiça.” Vejamos o que diz Sêneca, conhecido filósofo romano: 
O sábio poderá consolar aqueles que choram, mas sem chorar com eles; socorrerá o náufrago, dará hospitalidade ao proscrito e esmolas ao pobre […], restituirá o filho à mãe em prantos, salvará o cativo da arena e até mesmo enterrará o criminoso – mas em toda a sua mente e no seu semblante estará igualmente imperturbável. Não sentirá compaixão. Socorrerá e fará o bem porque nasceu para assistir os seus semelhantes, para trabalhar pelo bem-estar da humanidade e para dar a cada um a sua parte […]. O seu rosto e a sua alma não denunciarão nenhuma emoção quando olhar para o aleijado, o esfarrapado, o encurvado e o mendigo esquelético e macilento. […] Só os olhos doentes se umedecem ao verem lágrimas em outros olhos.

Há também outros exemplos a serem citados para explicar o estoicismo. Anexágoras, ao ser informado da morte de seu filho, observou:  Eu nunca pensei que tivesse gerado um imortal.
Stilpo, com a conquista de sua cidade natal e a perda de suas filhas levadas para a escravidão ou o concubinato, proclamou que não tinha realmente perdido nada, já que o homem sábio transcende todas as circunstâncias. Essa frieza toda tinha um preço. “Homens que se recusavam a reconhecer a dor e a doença como males também estavam pouco propícios a aliviá-las nos outros.”
 
Uma mudança radical: a caridade cristã
 
Com o passar dos anos e o surgimento e crescimento do Cristianismo a aspereza do estoicismo foi perdendo força. Nas Meditações do imperador Marco Aurélio, apesar de estoico, elas não estão presentes, e São Justino Mártir elogiou alguns estoicos contemporâneos. A caridade cristã veio do próprio Jesus Cristo: 

Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. assim como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros (Jo 13, 34-35; cfr. Ti 4, 11)
São Paulo afirmou também que os cuidados e a caridade cristãos deveriam ser oferecidos mesmo aos que não pertencessem à comunidade dos fiéis, ainda que fossem inimigos (cfr. Rom, 12, 14-20; Gál, 6, 10). Esse ensinamento mudaria o mundo para sempre. De acordo com William Lecky, crítico severo da Igreja:
Não se pode sustentar nem na prática, nem na teoria, nem nas instituições fundadas, nem no lugar que a ela foi atribuído na escala dos deveres, que a caridade ocupasse na Antiguidade um lugar comparável àquele que atingiu no cristianismo. Quase todo o socorro era prestado pelo Estado, muito mais por razões políticas do que por sentimentos de benevolência; e o costume de vender crianças, os inumeráveis enjeitados, a presteza com que os pobres se candidatavam a gladiadores e as frequentes vagas de fome que mostram como era grande a extensão dos miseráveis que ficavam esquecidos. 
Vale lembrar novamente São Paulo (Cor 1, 4-7): A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Práticas de caridade nos primeiros séculos
 
A prática de oferecer dádivas aos pobres desenvolveu-se cedo na história da Igreja, com os fiéis colocando sobre o altar oferendas durante a missa e nos dias de penitência doando uma parcela dos frutos da terra nas coletas antes da epístola. Faziam-se também contribuições em dinheiro para os cofres da Igreja e coletas excelentes entre os fiéis mais abastados. Os primeiros cristãos, jejuando frequentemente, doavam aos pobres o dinheiro que teriam gasto com a comida. São Justino Mártir relata que com o crescimento dos ideias cristãos muitos que tinham amado as riquezas materiais agora se sacrificavam com alegria pelos pobres. 
 
Os chamados Padres da Igreja, eruditos, também encontraram tempo para se dedicarem ao serviço dos seus semelhantes. Santo Agostinho fundou um albergue para peregrinos e escravos em fuga e distribuiu roupas entre os pobres. São João Crisóstomo fundou muitos hospitais em Constantinopla. São Cipriano e Santo Efrém empenharam-se em promover obras de assistência em períodos de fome e epidemias. Em Alexandria e Cartago no século III, com as pestes que as assolavam, os cristãos prestavam um arriscado auxílio, corajosamente enterrando os mortos e consolando os moribundos, enquanto os pagãos deixavam abandonados à sorte até os próprios amigos! Repreendeu-os São Cipriano de Cartago, vendo que os pagãos saqueavam as vítimas da praga: Não demonstrais nenhuma compaixão pelos doentes, mas tão somente avidez e pilhagem depois que morrem. Aqueles que se encolhem de medo á hora de trabalhar por piedade mostram-se audaciosos à hora de extrair lucros ilícitos. Aqueles que fogem de enterrar os mortos mostram-se ávidos do que eles tenham deixado.

Também conclamou os cristãos a uma mobilização assistencial. Em pleno século III existia uma intensa perseguição, mas mesmo assim diz São Cipriano: Se só fizermos o bem aos que nos fazem o bem, que faremos mais do que fazem os pagãos e publicanos? Se somos filhos de Deus, que faz brilhar o seu sol sobre bons e maus, e manda a sua chuva sobre justos e injustos, provemo-lo pelos nossos atos, bendizendo aqueles que nos amaldiçoam e fazendo o bem aos que nos perseguem. 
Em Alexandria, Dionísio relatou que os pagãos Repeliam os que começassem a ficar doentes, afastavam-se deles, mesmo que se tratasse dos amigos mais queridos, largavam os moribundos à beira das estradas, deixando-os insepultos quando morriam, tratando-os com o mais completo desprezo.
Em contraste, os cristãos não fugiam de amparar-se uns aos outros, visitavam os doentes sem pensar no perigo que corriam e serviam-nos assiduamente […], atraindo para si mesmos as doenças dos seus vizinhos e assumindo de livre vontade as cargas dos sofrimentos daqueles que tinham à sua volta. 
Em Edessa, Santo Efrém, eremita que vivia nos arredores, foi heroico quando a fome a peste se abateram sobre a cidade, coordenando a coleta e distribuindo as esmolas, fundando além de tudo hospitais e cuidando pessoalmente dos mortos e dos enfermos. Sob o reinado de Maximiliano a fome atingiu a Armênia, e os cristãos mais uma vez prestaram assistência aos pobres sem distinção.
Eusébio, historiador da Igreja do século IV, diz que como resultado do bom exemplo dos cristãos muitos pagãos
Se interessaram por uma religião cujos discípulos eram capazes de uma dedicação tão desinteressada. 

Os hospitais se multiplicaram
 
Talvez tenham existido hospitais na Antiguidade (Grécia e Roma), mas não eram voltados para a população geral e sim para os soldados doentes e/ou feridos. As primeiras instituições atendidas por médicos com diagnósticos, se prescreviam remédios e se contava com um corpo de enfermagem deve-se à Igreja. 
 
No século IV a Igreja começou a patrocinar a fundação de hospitais em larga escala e quase todas as principais cidades passaram a ter o seu. Hospedavam originalmente os estrangeiros, passando posteriormente a cuidar dos doentes, das viúvas, dos órfãos e dos pobres em geral. Explica Guenter Risse: [Os cristãos ultrapassaram] a recíproca hospitalidade que prevalecia na antiga Grécia e as obrigações familiares dos romanos [e passaram a atender] grupos sociais marginalizados pela pobreza, doença e idade.

Fielding Garrison, historiador da medicina, observa que antes de Cristo o espírito com que se tratava a doença e o infortúnio não era de compaixão, e cabe ao cristianismo o crédito pela solicitude em atender o sofrimento humano em larga escala. 
Veremos mais para frente que realmente é em larga escala o auxílio da Igreja ainda hoje aos mais necessitados e em todos os cantos da Terra. Foquemos agora nos primeiros hospitais. Fabíola, em um ato de penitência cristã, fundou o primeiro grande hospital público em Roma, procurando nas ruas homens e mulheres pobres e enfermos necessitados. São Basílio Magno, conhecido como o Apóstolo das Esmolas, fundou um hospital em Cesareia no século IV. Era conhecido por abraçar os leprosos que buscavam alívio, manifestando uma piedade terna, como um antecessor de São Francisco de Assis.
Os mosteiros também desempenhavam um papel importante no cuidado dos doentes, pois eram lugares tranquilos com maior contato com o campo e sem os conflitos naturais das cidades. Escreve Guenter Risse: Após a queda do Império Romano, os mosteiros tornaram-se gradualmente provedores de serviços médicos organizados dos quais não se dispôs por vários séculos em nenhum lugar da Europa. Dada a a sua organização e localização, essas instituições eram virtuais oásis de ordem, piedade e estabilidade, que favoreciam a cura. Para prestar esses cuidados práticos, os mosteiros tornaram-se também lugares de ensino médico entre os séculos V e X, o período clássico da assim chamada medicina monástica. Durante o renascimento carolíngio dos anos 800, os mosteiros também despontaram como principais centros de estudo e transmissão dos antigos textos médicos. 
Reconhecimento (até mesmo dos inimigos da Igreja) da caridade cristã
Luciano, o pagão (130-200) observou com espanto: É inacreditável a determinação com que as pessoas dessa religião se ajudam umas às outras nas suas necessidades. Não se poupam em nada. O seu primeiro legislador meteu-lhes na cabeça que eles eram todos irmãos!
Juliano, o Apóstata, que odiava o Cristianismo, pode assim dizer dos cristãos:
Esses ímpios galileus não alimentam apenas os seus próprios pobres, mas também os nossos; dando-lhes as boas-vindas nos seus ágapes, atraem-nos como se atraem as crianças com um doce. E continua: Enquanto os sacerdotes pagãos negligenciam os pobres, os odiados galileus devotam-se às obras de caridade e, em um alarde de falsa compaixão, introduzem com eficácia os seus perniciosos erros. Vede os seus banquetes de amor e as suas mesas preparadas para os indigentes. Tal prática é habitual entre eles e provoca o desprezo pelos nossos deuses. 

Martinho Lutero admitiu: Sob o Papado, o povo era ao menos caridoso e não havia necessidade de recorrer à força para obter esmolas. Hoje, sob o reinado do Evangelho [referia-se ao protestantismo], em vez de dar as pessoas roubam-se umas às outras, e parece que ninguém julga possuir alguma coisa enquanto não se apropria dos bens do vizinho. (20) 
Até Voltaire, o iluminista: Talvez não haja nada maior na terra que o sacrifício da juventude e da beleza com que belas jovens, muitas vezes nascidas em berço de ouro, se dedicam a trabalhar em hospitais pelo alívio da miséria humana, cuja vista causa tanta aversão à nossa sensibilidade. Tão generosa caridade tem sido imitada, mas de modo imperfeito, por gente afastada da religião de Roma. 
Simon Patten, um economista, observou a ação da Igreja: Na Idade Média era muito comum dar comida e abrigo aos trabalhadores, tratar com caridade os desafortunados e aliviá-los das doenças, das pragas e da fome. Quando vemos o número de hospitais e enfermarias, a magnanimidade dos monges e o sacrifício pessoal das freiras, não podemos duvidar de que os marginalizados daqueles tempos eram pelo menos tão bem assistidos como os de agora.
O biógrafo de Inocêncio III no século XIX, Frederick Hurter, declarou: Todas as instituições de beneficência que a raça humana possui hoje em dia para minorar a sorte dos desafortunados, tudo o que tem sido feito para socorrer os indigentes e os aflitos nas vicissitudes das suas vidas e em qualquer tipo de sofrimento, procede direta ou indiretamente da Igreja de Roma. Ela deu o exemplo, perseverou na sua tarefa e, com frequência, proporcionou os meios necessários para levá-la a cabo. 
A importância da atividade da Igreja na Inglaterra e na França medievais
 
A maioria das pessoas só dá a devida importância a alguma coisa quando não a tem mais em mãos, e isso foi exatamente o que aconteceu na Inglaterra depois do cisma de Henrique VIII 

Na França medieval, São Luís IX chamava os mosteiros de patrimonium pauperum (patrimônio dos pobres), expressão vinda desde o século IV e aplicada a todos os bens da Igreja. William Lecky escreveu:  Com o passar do tempo, a caridade assumiu muitas formas, e todos os mosteiros se tornaram focos dos quais irradiava. Pela ação dos monges, os nobres sentiam-se tocados, os pobres eram protegidos, os doentes atendidos, os viajantes abrigados, os cativos resgatados, as mais remotas esferas do sofrimento penetradas. 
Durante o mais negro período da Idade Média, os monges fundaram um refúgio para peregrinos em meio aos horrores das neves alpinas. 
Todos os visitantes, independentemente da classe social, eram tratados como se fossem o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. Eles não esperavam os necessitados virem, mas iam até eles.
Lanfranc, arcebispo de Cantuária, confiava ao seu esmoler a responsabilidade de descobrir e socorrer os doentes e os pobres que viviam nas imediações do mosteiro. Recebiam alojamento por tempo indefinido. Os restos da própria comida dos monges iam para os pobres. Gilberto de Sempringham, sempre substancial nas sobras de comida, colocava-as em um prato que chamava de “prato do Senhor Jesus” e punha-o à vista dos seus irmãos para que eles também auxiliassem na caridade. Em memória dos falecidos, era costume servir a comida e bebida e distribui-la aos pobres. Ordens como os templários tinham um costume parecido. Os bens da ordem era doados durante um tempo depois da morte de um dos irmãos.
 
O ataque da Revolução Francesa em 1789 e anos seguintes debilitou a fonte de tantas boas obras. Quando o governo revolucionário nacionalizou as propriedades da Igreja em novembro desse mesmo ano, o arcebispo de Aix advertiu que semelhante roubo ameaçava o bem-estar e a educação do povo francês. Com razão: em 1847 havia 47% menos hospitais e em 1799 os 50.000 matriculados em universidades reduziram-se a 12.000. 
 
As ordens militares e a caridade
 
Ordens militares fundadas durante as Cruzadas também tinham um papel hospitalar importante, inclusive tratando de sarracenos. Entre elas estão as famosas ordens dos Hospitalários (hoje Ordem de Malta e presente em mais de 120 países com atividades assistenciais) e dos Teutônicos. A Ordem de São Lázaro (existente até hoje) era um refúgio para cavaleiros e pobres leprosos. Haviam as chamadas “ordens redentoras” na Ásia e na África, compostas por heróis que partiam para os países muçulmanos e se ofereciam para substituir os cativos e escravos, correndo risco de morte. Em 1198 uma delas foi fundada por São João de Mata (os trinitários), e em 1223 outra, fundada por São Pedro Nolasco e São Raimundo de Peñafort, chamava-se Nossa Senhora das Mercês (os mercedários). Até 1789 libertaram mais de 600 mil cativos, entre os quais Cervantes. 
 
Atualmente
 
25% de todas as obras de assistência aos aidéticos hoje são mantidas pela Igreja Católica em todo o mundo. 
Os dados que irei apresentar agora são da Agenzia Fides (Anuário Estatístico da Igreja de 19 de outubro 2014): 

TABELA 1
 No campo da instrução e educação, a Igreja administra no mundo 71.188 creches frequentadas por 6.728.670 crianças, 95.246 escolas de ensino fundamental para 32.299.669 alunos; 43.783 escolas de ensino médio para 8.869.237 alunos. Seguem os 2.381.337 alunos do ensino superior e 3.103.072 estudantes universitários. Os institutos beneficentes e assistenciais administrados no mundo pela Igreja são 115.352.

Tabelas das instituições de ensino mantidas em todo o mundo:
 
TABELAS 4.png eeeeeeeeeeeeeeee

 Sem dúvida, nenhuma outra instituição fez mais pelo mundo não só na área da caridade, como também em tantas outras, do que a Igreja Católica.
 
FONTES GERAIS:
 
WOODS JR., Thomas E. Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental. São Paulo: Quadrante, 2012. Capítulo IX.
AQUINO, Felipe. Uma história que não é contada. Lorena: Cléofas, 2008. Capítulo XVII.
http://www.orderofmalta.int/
http://www.fides.org/pt/stats/38531-VATICANO_Estatisticas_da_Igreja_Catolica_2014
 
Autor: João Carlos Bulla

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