Pelo menos até 13 de junho de 2014, quando as coisas mudaram. Segundo os pais, graças à intercessão de Santo Antônio, a quem tanto haviam invocado durante a difícil gravidez.
Quando Kairyn ainda era um feto, sua mãe foi submetida a uma primeira ecografia. E então veio o veredicto: a menina tinha uma mancha muito feia na parte direita do rosto. O ginecologista encaminhou os pais a um colega especialista de Verona.
O segundo exame não apenas confirmou o diagnóstico, senão que mostrou um quadro clínico ainda mais grave: além da má-formação, havia uma infecção em curso, que colocava em risco a vida da menina e também a da mãe.
A última viagem à Bolonha
Por conselho dos médicos, o casal decidiu ouvir um novo parecer, o de um especialista em Bolonha. Mas a espera pela consulta deveria durar pelo menos dois meses. Então, a avó da menina se confiou à oração, dirigindo-se a Santo Antônio.
Imediatamente depois, os pais voltaram a tentar pedir uma consulta com o médico de Bolonha. A secretária informou que um paciente havia cancelado sua consulta e havia uma vaga – precisamente no dia 13 de junho, festa de Santo Antônio de Pádua.
Precisamente nesse dia, 13 de junho, a caminho de Bolonha, a família decidiu parar um momento para rezar a Santo Antônio. Ao chegar ao hospital de Bolonha, com grandíssima surpresa dos próprios médicos, a pequena não tinha mais nenhuma lesão cerebral.
Segundo publicou La Nuova Venezia em 12 de janeiro, o Pe. Enzo Poiana, reitor da Basílica de Santo Antônio de Pádua, quis contar a história da menina aos fiéis presentes na missa desse dia. Obviamente, o sacerdote usou toda a cautela possível, pois, nestes casos, a Igreja precisa de inúmeros controles e verificações antes de reconhecer um milagre.
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