Depois de uma vida sobre a terra, depois
do anúncio feito por Jesus de que Deus é nosso Pai e de que todos os
habitantes da terra são irmãos,
depois do Mestre ter anunciado a vocação de fraternidade e de ter promulgado as bem-aventuranças, depois do Senhor ter lavado os pés dos discípulos, depois do Redentor ter morrido na cruz e resuscitado, depois do Ressuscitado ter feito o envio de seus apóstolos a anunciarem o Evangelho, pregarem a conversão e o batismo, todos aqueles que responderam sim aos apelos amorosos de Deus, apesar do enfretamento a diversas dificuldades, serão acolhidos na Casa do Pai.
depois do Mestre ter anunciado a vocação de fraternidade e de ter promulgado as bem-aventuranças, depois do Senhor ter lavado os pés dos discípulos, depois do Redentor ter morrido na cruz e resuscitado, depois do Ressuscitado ter feito o envio de seus apóstolos a anunciarem o Evangelho, pregarem a conversão e o batismo, todos aqueles que responderam sim aos apelos amorosos de Deus, apesar do enfretamento a diversas dificuldades, serão acolhidos na Casa do Pai.
Como podemos apreender da atitude de
Jesus, o Homem por excelência, o que conta para ser acolhido na
felicidade eterna é e será sempre nossa atitude não apenas de
soldariedade, mas de fraternidade, ou seja, uma passo a mais no
relacionamento com o outro. Ele não é apenas alguém com quem divido o
pão, o teto e os sentimentos, mas é alguém que tenho como da mesma
família, da mesma origem, a quem estou unido por laços de afeto.
No Livro de Ezequiel, 1ª leitura de hoje,
Deus se apresenta como o Pastor, aquele que procura a ovelha perdida,
reconduz a extraviada, cura a ferida, fortalece a doente e alimenta
todas. Esse discurso é dirigido aos judeus que estão procurando se
recuperar da destruição feita pelo poder babilônico e esse mesmo povo se
encontra agora oprimido também por judeus mais espertos que não têm
escrúpulos de explorar seus compatriotas. Esse discurso é o alento de
Deus ao pobres e aos oprimidos.
No Evangelho, Mateus nos diz que as obras
de misericórdia são a resposta que Deus espera de nós em meio a uma
situação de desgraças e infelicidades. É com pessoas que as praticam que
o Senhor se identifica. O amor a Deus está intimamente ligado ao amor
ao próximo. A verdadeira religião leva ao outro.
A vida de alguém será considerada bem
sucedida não pelos filhos que tenha gerado, nem pelos títulos acadêmicos
que possa ter obtido, e muito menos pela riqueza que possuir. Uma vida
realizada será assim considerada por Deus se a pessoa lutou por um mundo
justo e fraterno, se empregou seu tempo, seus conhecimentos, sua saúde
para eliminar situações em que seus irmãos se sentiam marginalizados e
se não foram nem cúmplices e nem coniventes com as opressões. Cristo é
Rei e Senhor porque na luta contra o mal venceu a tentação do acúmulo,
da abundância e do prestígio.
Fonte: Rádio Vaticano
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