O principal objetivo do grupo é o de
aconselhar e ajudar o Papa em uma diversidade de assuntos que dizem
respeito ao governo de toda a Igreja, o qual exercem tanto a título de
Conselheiros como a título pessoal, sendo cada membro livre para levar
suas próprias sugestões. Não obstante, os comentários do Conselho são
apenas orientativos e a decisão final recai sobre o Pontífice. Neste
instante, os cardeais tratam temas como as necessidades de reforma
dentro da Cúria Romana e revisar a Constituição apostólica Pastor Bonus.
Na última reunião de 28 a 30 de abril
deste ano foi feita a primeira análise da situação dos Pontifícios
Conselhos. A Santa Sé informou então que nas reuniões precedentes o
Conselho tinha examinado as Congregações da Cúria Romana, e que ia fazer
os mesmo com os Pontifícios Conselhos, começando com considerações
gerais e mais tarde um por um.
Além dos oito cardeais, a Santa Sé
explicou que assistia regularmente às reuniões o Secretário de estado
Vaticano, Cardeal Pietro Parolin e que o Papa participava durante a
maior parte do tempo delas, a menos que tivesse outros compromissos de
particular importância. A Santa Sé informou também que “o trabalho por
fazer ainda é abundante fator pelo qual deve os trabalhos não
terminariam ainda este ano, mas no próximo”.
Fazem parte do “G8” o italiano Giuseppe
Bertello, governador do Estado da Cidade do Vaticano; o chileno
Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo emérito de Santiago do Chile;
o indiano Oswald Gracias, arcebispo de Mumbai; o alemão Reinhard Marx,
arcebispo de Munique; o congolês Laurent Monsengwo Pasinya, arcebispo de
Kinshasa; o americano Sean Patrick O’Malley, arcebispo de Boston; o
australiano George Pell, arcebispo de Sydney; e o hondurenho Oscar
Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa, que atua como o
coordenador do grupo.
Fonte: ACI Digital
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