“A eutanásia é quando alguém ativamente mata uma pessoa, pode ser
desconectando um respirador ou injetando-lhe algo. Parece-se um pouco ao
suicídio assistido, que é quando alguém dá para a pessoa um remédio
para que se suicide”, indicou.
Ráez precisou que “quando falamos de eutanásia ou de suicídio assistido,
estamos falando de pessoas vivas, mas com pessoas que as querem matar”.
Defendendo a eutanásia, Alfonso Ramírez participou do programa o
autodenominado “tanatólogo e terapeuta”, e assegurou que seu ofício
consiste em ajudar “as pessoas a bem morrer”.
“Este é um aspecto 100 por cento humanitário e de empatia pelos seres
humanos. Ajudá-lo a bem morrer, justo como o conceito da eutanásia. Isto
é a eutanásia, ajudar a bem morrer, eu estou a favor da eutanásia”,
assegurou Ramírez.
O tanatólogo reconheceu que “nós não somos médicos”, para logo acrescentar que “somos médicos, mas de almas”.
“Nós apoiamos desde o ponto de vista psicológico, emocional que é tão importante e familiar”.
Por sua parte, o Dr. Luis Ráez assinalou que “eu sou oncologista e
pesquisador, dediquei minha vida inteira a pesquisar remédios para lutar
contra o câncer, para mim não tem nenhum sentido matar pessoas”.
Embora tenha reconhecido que existem quatro países no mundo onde “se
pode matar os pacientes”, Ráez assinalou que “para mim, que sou
oncologista, não há uma sociedade americana que esteja a favor da
eutanásia. Para nós a eutanásia é um assassinato, o assassinato do ser
humano, e é irreversível, não se pode de repente mudar de ideia e no
futuro já não fazer a eutanásia”.
Fonte: ACI Digital
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