No texto, intitulado como “A comunicação a serviço de uma autêntica
cultura de encontro”, o papa aborda o fenômeno das redes sociais em um
tom muito confiante, mas sem esconder seus perigos, e classifica a
internet como um “dom de Deus”.
- A internet pode fornecer mais oportunidades de encontro e de
solidariedade entre todos, e que é uma boa coisa, um dom de Deus –
afirmou o papa, segundo o G1.
O papa, que tem um Twitter seguido por mais de 10 milhões de pessoas,
afirmou ainda que a igreja “não deve ser auto referencial”, se
engajando na internet para levar “óleo e vinho” para o homem ferido.
- Que a nossa comunicação seja um óleo perfumado para a dor e o bom
vinho para a alegria – afirmou, alertando, porém, sobre a exclusão, a
desorientação, o confinamento e a ignorância do outro, que podem existir
na internet.
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