Um estudo elaborado pela Unidade de
Investigação do Centro Católico de Multimídia (CCM), abrangendo os
últimos 23 anos, revelou que o México é, pelo sexto ano consecutivo, o
país mais perigoso para sacerdotes e religiosos na América Latina.
O estudo detalha por nomes e dioceses,
os dados daqueles que perderam a vida por causa da delinquência comum ou
o crime organizado e aponta um dramático aumento das extorsões e de
atentados, que não só prejudicam os presbíteros em quanto ao patrimônio
que administram, mas também aumenta o risco de que percam a vida por seu
trabalho na Igreja Católica.
Segundo o Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), a
análise abrangendo os últimos 23 anos, tem registro detalhado de 34
assassinatos contra membros da Igreja Católica do México, constando um
cardeal, 25 sacerdotes, dois religiosos e quatro leigos, incluindo uma
jornalista católica. As tendências do agravamento destes fenômenos no
México mostram uma alta constante nos últimos seis anos.
Esta dramática situação, segundo o
estudo do CCM, torna o México, pelo sexto ano consecutivo, o lugar com
mais crimes de ódio contra sacerdotes, religiosos e leigos no continente
americano.
“Isto coloca o México como o país latino-americano mais perigoso para exercer o ministério sacerdotal”, destaca a análise.
Fonte: ACI Digital
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